Mostrando postagens com marcador Caixa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caixa. Mostrar todas as postagens

Correspondente Imobiliário Caixa Econômica Federal.



Temos a satisfação de sermos uma das primeiras empresas de Guaratuba a se credenciar como Correspondente Imobiliário CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
Já são mais de 15 anos disponibilizando em nossa rede de serviços esta demanda, o que faz com que possamos afirmar com toda segurança que o financiamento imobiliário pode tornar-se mais rápido do que você imagina.
Oferecemos assessoria completa para seu financiamento, créditos e saque do FGTS para compra de seu imóvel, análise de documentação, tiramos certidões, regularização de imóveis, contratos de compra e venda.

Para Imobiliárias e Construtoras, realizamos assessoria para obtenção de crédito para seus clientes, acompanhamento completo desde a aprovação de crédito, assinatura de contrato na Caixa, até a averbação no Registro de imóveis e cadastro na Prefeitura do novo proprietário.
PARA ASSESSORIA NA OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO, NÃO COBRAMOS TAXAS DE DESPACHANTE PARA SERVIÇOS REALIZADOS DENTRO DO MUNICÍPIO ; As certidões e taxas da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL são por conta dos proponentes.
A partir de agora, você não precisará mais enfrentar toda aquela burocracia costumeira para adquirir seu imóvel e isso independente de você comprar ou não seu imóvel conosco.

Não faça negócio sem nos consultar.
Entre em contato: Tel.:(41) 3472-1388 / e-mail: efetiva@efetivaimoveis.com.br , ou pessoalmete em nosso escritório à Av. Curitiba, 1390 - Guaratuba-PR., e fale com um de nossos consultores.

http://www.efetivaimoveis.com.br/Link

Lula lança plano de habitação Minha Casa, Minha Vida.


Lula diz que plano vai reduzir déficit habitacional e criar emprego em momento de crise

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (25) que o plano de habitação Minha Casa, Minha Vida é “arrojado”. Além de ser uma medida para reduzir o déficit habitacional, destacou Lula, ele também é uma ação de enfrentamento da crise financeira internacional. De acordo com o presidente, o programa tem como meta gerar empregos.

“Esse é um programa arrojado, mais do que emergencial, como resposta ao enfrentamento da crise econômica mundial”, disse Lula, ao discursar no lançamento do programa, no Palácio do Itamaraty. O presidente assinalou que o plano vai resolver parte dos problemas de moradia de milhares brasileiros. Além disso, acrescentou, deverá gerar emprego e renda, movimentando mais economia.

Lula disse também que o programa não sofrerá falta de recursos. “Nesse programa, não vamos ter problema de gastar. Queremos gastar esse dinheiro o quanto antes”. O plano prevê um toral de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de moradias.

O presidente afirmou que será necessário criar um comitê gestor para acompanhar o plano e evitar atrasos na construção das moradias. Esse comitê, segundo ele, será formado por representantes de diversos setores, como dos empresários das construção civil, de movimentos sociais pela moradia, do governo federal e do Legislativo.

Fonte:Agência Brasil,leia mais em:http://www.agenciabrasil.gov.br/assunto_view/habita%C3%A7%C3%A3o

Bancos dizem que não vão aumentar juros do crédito imobiliário




Recentemente alguns bancos anunciaram o aumento da taxa de juros para o financiamento de imóveis como resposta à crise financeira e seguindo uma tendência de mercado. Criticada por entidades do setor, a medida não foi seguida por todos os bancos.Esse é o caso do Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, que anunciaram que irão manter as taxas nos mesmos patamares. "Estamos acompanhando as oscilações do mercado com muita atenção, porém nossas operações estão sólidas. Portanto, entendemos que o momento não exige atualização de taxas", afirma o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander, José Roberto Machado.No Santander, as taxas de juro chegam a 13,4287% ao ano para imóveis residenciais de até R$ 350 mil, e 13,95% para aqueles com preços acima desse valor. Já no Banco Real, a taxa pode chegar a 11,5% ao ano para imóveis de até R$ 120 mil, de 11% para aqueles cujo valor varia de R$ 120 mil a R$ 350 mil, e 12% para aqueles com preço superior a R$ 350 mil.
Mais bancos sem mudanças
A Caixa Econômica Federal também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pretende alterar as taxas de juros. Atualmente, os juros para o financiamento de um imóvel de até R$ 80 mil pelo banco estão em até 8,16% ao ano. Já residências entre R$ 80 mil e R$ 350 mil tem juros de 8,66% ao ano.O HSBC é outro banco que não pretende alterar os juros, que atualmente estão em 12% ao ano (taxa de juros efetiva), sendo que, para imóveis de R$ 50 mil a R$ 150 mil, as taxas são diferenciadas, podendo variar de 7,70% a 11%.Já o Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que as taxas não sofreram alterações, e não há previsão de modificação. Na primeira instituição, os juros variam de 11,90% a 12,36%, e na segunda, a variação é de 8,5% para 12%. Fonte: InfoMoney
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Mercado imobiliário brasileiro está longe de abismo visto nos EUA, diz economista

20/10/2008


DEISE DE OLIVEIRA da Folha Online
O mercado imobiliário brasileiro está longe de cair no abismo criado pela crise financeira dos Estados Unidos, na avaliação do economista Eduardo Gianetti da Fonseca. Segundo ele, o único perigo aqui é uma parada súbita de capital de giro em projetos já em andamento.

Para Gianetti da Fonseca, a situação do mercado imobiliário no Brasil é "totalmente diferente" dos EUA, em que o setor esteve na raiz da crise financeira.

"O setor imobiliário está apenas começando o ciclo de expansão do crédito. Não existe bolha e inadimplência de mutuários. As empresas estão de modo geral capitalizadas. O quadro aqui é totalmente diferente", disse o economista, no 4º Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção, em São Paulo.

Ele advertiu, porém, para a dificuldade de empresas em ter capital de giro para projetos em execução. "Aqui, o único perigo é uma parada súbita de capital de giro em projetos em finalização. Mas é perfeitamente administrável. Até mesmo com algumas ações de bancos estatais. Não vejo ameaça de crise emergencial."

Entre as medidas governamentais possíveis, ele apontou a criação de oferta de seguro de crédito imobiliário e a redução do compulsório que incide sobre a caderneta de poupança, que compensaria as dificuldade de captação de recursos das empresas, como no lançamento de ações.
Segundo informou o secretário extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, ao colunista Guilherme Barros na Folha desta segunda-feira, o governo --assim como o setor privado-- já estuda a criação de seguro de crédito imobiliário. Conforme Appy, os estudos sobre o tema indicam para uma forma de garantir recursos para o crédito habitacional. A nova modalidade de seguro daria mais proteção ao credor contra a inadimplência. Desta forma, os financiadores poderiam reduzir juros e elevar o valor financiado dos imóveis.

Em entrevista para a Folha no último fim de semana, o ministro Guido Mantega (Fazenda) descartou problemas imediatos da construção civil, mas admitiu a necessidade de injeção de recursos para capital de giro no ano que vem. Segundo Mantega, serão mais R$ 3 bilhões além dos R$ 20 bilhões disponíveis para a Caixa Econômica Federal.

Para 2009, com a perspectiva de ritmo menor da expansão da economia brasileira, Gianetti da Fonseca afirmou que o setor da construção deverá passar por algum ajuste, como a revisão de programas muito agressivos de investimento.

"Em vez de crescer espetacularmente, provavelmente vamos crescer moderadamente. O setor precisa se preparar para isso. Não é o melhor dos mundos, mas é um cenário razoável"'

Neste novo cenário, Gianetti da Fonseca vê o encarecimento do crédito e prazos menores de financiamento. "As empresas vão ter mais dificuldade de levantar recursos, por exemplo, lançando ações. Todo acesso a capital do Brasil vai ficar durante um tempo um pouco mais restrito. Não vai sumir, mas vai encarecer. Mas o quadro ainda é positivo", acrescentou.

Fonte:Folha online
Leia mais

Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Quais as exigências para usar o FGTS na compra da casa própria

Ana Carolina Nogueira

A disponibilidade de informações sobre o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra e financiamento de imóveis é ainda muito escassa. A regulamentação está disponibilizada em apenas alguns sites, como o da Caixa Econômica Federal (CEF), mas as informações são desencontradas, e o tema ainda costuma levantar muitas dúvidas. Mas não se assuste, porque ele pode ser uma opção saudável para o seu bolso na hora de realizar o sonho da casa própria e dar um ‘adeus’ ao aluguel.

Hoje, para sacar recursos do fundo e comprar uma casa ou apartamento, o valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 350 mil. A taxa de juros anual varia de 5,5% e 7,6%, dependendo da sua renda mensal. Além disso, para quem tem renda mensal bruta acima de R$ 4,9 mil, a CEF criou no começo deste ano uma linha especial de financiamento. O empréstimo poderá chegar a até 85% do valor total do imóvel novo e 80% em caso de usado; os juros são de 8,66% ao ano e o prazo do financiamento de até 30 anos (360 meses).

O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). Segundo o consultor em finanças pessoais e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), Marcos Crivelaro, seria vantajoso poupar pelo menos metade do valor total do imóvel e financiar o restante em um prazo curto, por exemplo, de 10 anos, para não prejudicar o seu orçamento.

Saiba o que pode e o que não pode na hora de usar os recursos do fundo:

1 - Já possuo um imóvel, posso financiar outro utilizando recursos do FGTS?
Pode, desde que o primeiro imóvel tenha sido adquirido sem a ajuda do SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e seja em município diferente ao de sua residência ou de onde exerce sua ocupação principal, incluindo municípios vizinhos e região metropolitana. Também é necessário comprovar que já reside há pelo menos um ano na cidade onde pretende comprar o imóvel.

2 - Separei-me e a casa ficou para o meu cônjuge, posso financiar outro imóvel com recursos do fundo?
Pode, desde que legalmente o usufruto do imóvel seja do seu cônjuge e você atenda às demais exigências descritas acima.

3 - Posso utilizar o FGTS para adquirir um imóvel onde resido e administro algum tipo de comércio?
Sim, os recursos do fundo podem ser utilizados para aquisição de imóvel misto - residencial e comercial. Porém, o valor do empréstimo não pode ultrapassar o valor da parte residencial do imóvel.

4 - Já possuo uma quantia para comprar o imóvel. É possível utilizar recursos do fundo para complementar o valor restante?
Sim, desde que esta quantia não ultrapasse 40% do valor do imóvel.

5 - Financiei parte de um imóvel pelo Sistema Federal de Habitação (SFH). Posso usar o FGTS para amortizar o valor restante?
Pode, desde que atenda a todas as normas do SFH e do FGTS vigentes à época da assinatura do contrato e o pagamento das parcelas esteja em dia.

6 - Herdei um imóvel de um parente, posso financiar um outro imóvel com recursos do FGTS?
Pode, desde que o imóvel recebido por doação ou herança possibilite o usufruto vitalício em favor de terceiros.

7 - Posso financiar um imóvel comercial com o FGTS?
Não, o FGTS só pode ser utilizado para aquisição ou construção de imóvel urbano residencial.

8 - É possível utilizar o FGTS para reformas?
Não, a utilização de recursos do fundo é vetada para reformas, melhorias ou ampliação de imóveis já existentes.

9 - Posso utilizar o fundo para comprar um imóvel residencial para outros (familiares, dependentes ou terceiros)?
Não, a aquisição de imóvel deve ser feita somente para o comprador, podendo se estender também ao seu cônjuge.

10 - Utilizei o FGTS ano passado para adquirir um imóvel, mas não sou mais proprietário deste, posso adquirir outro utilizando recursos do fundo novamente?
Se o imóvel adquirido anteriormente com recursos do FGTS já foi vendido e, inclusive, a operação tenha sido registrada no Cartório de Registro de Imóveis, não existe carência para a utilização do FGTS para aquisição de outro imóvel.

Por outro lado, existe uma carência mínima de três anos em relação ao imóvel que foi objeto de utilização do FGTS. Isso quer dizer que o imóvel que foi comercializado com recursos do FGTS não pode novamente ser adquirido com utilização do FGTS antes daquele período.

Segundo o banco estatal, essa medida serve para impedir a utilização de forma fraudulenta dos recursos do fundo, ou seja, que várias pessoas simulem transações consecutivas de um mesmo imóvel para sacarem o saldo de suas contas.


fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2008/09/05/como_usar_o_fgts_para_comprar_um_imovel_1640589.html

Casa própria será financiada na Imobiliária.


Publicada em 12/08/2008 às 23h28m por Mariana Sallowicz - Diário de S.Paulo/SÃO PAULO - Financiar a casa própria pela Caixa Econômica Federal deverá ficar mais rápido e menos burocrático a partir de outubro. O banco pretende lançar o "correspondente imobiliário", que irá permitir ao mutuário fechar o contrato diretamente com a imobiliária, sem precisar passar pelo banco. A novidade foi divulgada ontem, no segundo encontro de líderes do sindicato dos corretores (Creci), em São Paulo.O projeto piloto está em andamento em Belo Horizonte e São Paulo. "A idéia inicial era lançar em agosto, mas deixaremos para outubro. O corretor fará a entrevista com o cliente, juntará os documentos e ele não vai precisar ir à agência. Até mesmo o contrato será assinado na própria imobiliária", explicou o gerente regional de negócios da Caixa, Camilo de Lelis Goes.O gerente de habitação da Caixa, Luiz Carlos Previlato, acrescenta que o prazo para sair o financiamento deve cair de 25 dias (média hoje sem uso do FGTS) para 15 dias. "Terá o contrato fechado e os documentos prontos em um prazo bem curto", avalia. O objetivo do banco é descentralizar o trabalho e, dessa forma, ganhar em agilidade.O presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, resume: "as imobiliárias passam a ser como as lotéricas. O cliente utiliza como se estivesse indo na Caixa", resume. Na próxima semana, Viana Neto irá a Brasília solicitar que a avaliação dos imóveis seja feita também pelos corretores.
Imobiliárias parceiras
A Caixa fechará parcerias para oferecer a opção ao mutuário exclusivamente com as imobiliárias. Para fechar o negócio, os corretores receberão remuneração de 0,5% a 1,5% do contrato.Na semana passada foi lançada uma empresa em São Paulo que trabalhará nesses moldes, a Habix. O cliente avalia opções de financiamento de diversos bancos por meio da correspondente imobiliário.Fonte: Globo Onlinehttp://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2008/08/12/casa_propria_sera_financiada_na_imobiliaria-547712580.asp
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...