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Isenção de IR para compra de novo imóvel poderá aumentar para um ano.



SÃO PAULO - A isenção de Imposto de Renda para quem vende um imóvel residencial para comprar outro poderá aumentar de 180 dias para um ano. A decisão foi aprovada no dia 05/08 pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania que aprovou o parecer favorável do senador Almeida Lima (PMDB-SE) ao projeto 153/02, definindo a alteração.

De acordo com a Agência Senado, como a matéria trata de questão tributária, a proposta ainda será examinada, em decisão terminativa, pela Comissão de Assuntos Econômicos.

Mudanças na lei
Para o senador Papaléo Paes (PSDB-AP), autor do projeto, é necessário realizar ajustes no prazo determinado atualmente. "Ocorre que o prazo fixado para que o contribuinte goze dessa isenção é de apenas seis meses entre a alienação de um e a compra de outro imóvel. Na maior parte dos casos, o prazo é razoável. Entretanto, em muitos outros casos, esse prazo não se ajusta à realidade", considera.

Ele também lembra que os negócios imobiliários são complexos, em especial quando o bem tem um alto valor monetário, o que acaba por tornar a negociação comercial mais lenta.

Já o relator Almeida Lima ressaltou que a medida não acarretaria em perda de arrecadação fiscal, uma vez que não há concessão de nova isenção, mas apenas facilitação do benefício já existente.
Fonte: InfoMoney por Roberta de Matos Vilas Boas - 06/08/2009
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Imóveis:investimento sem risco.


Quem quer evitar risco deve investir em imóveis
Para quem não quer correr riscos, o economista Erivaldo Lopes, recomenda a aplicação em imóveis. “Os investimentos em imóveis no Brasil, por muitos anos será um setor seguro e sem previsão de crises, tal como iniciou a atual crise norte-americana”, destaca.Ele lembra que a relação do setor de imóveis com o PIB esta no patamar de 3,5% enquanto no México é 11%, no Chile 17% e na Espanha 46%. Isso demonstra que o setor ainda tem muito a crescer. O setor de construção civil, dada a estabilidade iniciada com o Plano Real tem a menor vulnerabilidade macroeconômica dos últimos anos. “A previsão para o setor é de crescimento na ordem de 6,5% em relação ao ano passado. Portanto, imóveis, sem dúvidas, são investimentos seguros”, garante Erivaldo Lopes.
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IMPOSTO DE RENDA:TRANSAÇÃO DE IMÓVEIS USADOS.


Incidência:
15% sobre o ganho patrimonial, diferença entre o valor registrado na declaração anual, e o valor vendido, (Escritura de Compra e Venda.)
Isenção nos casos abaixo:
1. alienação de imóvel adquirido até 1969;
2. alienação de bem ou direito, ou conjunto de bens, ou direitos de mesma natureza, em um mesmo mês, de valor até R$ 20.000,00;
3. alienação, por valor igual ou inferior a R$ 440.000,00, do único bem imóvel que o titular possua, desde que não tenha efetuado, nos últimos cinco anos, alienação de outro imóvel a qualquer título, tributada ou não.
Atenção:
Para efeito dos limites de R$ 20.000,00 e de R$ 440.000,00, deve ser considerado o valor total da alienação e não apenas o valor da torna quando se tratar de permuta com recebimento de torna em dinheiro.
Abaixo, as alterações introduzidas pela MP do Bem.
Art. 35. O art. 22 da Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 22. Fica isento do imposto de renda o ganho de capital auferido na alienação de bens e direitos de pequeno valor, cujo preço unitário de alienação, no mês em que esta se realizar, seja igual ou inferior a:
I - R$ 20.000,00 (vinte mil reais), no caso de alienação de ações negociadas no mercado de balcão;
II - R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), nos demais casos.
Art. 36. Fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de cento e oitenta dias contados da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais.
§ 1o No caso de venda de mais de um imóvel, o prazo referido neste artigo será contado a partir da data de celebração do contrato relativo à primeira operação.
§ 2o A aplicação parcial do produto da venda implicará tributação do ganho, proporcionalmente, ao valor da parcela não aplicada.
§ 3o No caso de aquisição de mais de um imóvel, a isenção de que trata este artigo aplicar-se-á ao ganho de capital correspondente à parcela empregada na aquisição de imóvel residencial.

Fonte consultada: Vetor Consultoria – Dr. Cássio Amaral
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IMÓVEL: INVESTIMENTO SEGURO E RENTÁVEL

Vivemos num mundo do consumo e do investimento. O consumo requer investimento e o investimento é feito visando o aumento do consumo. Entre as várias mercadorias que consumimos ou nas quais investimos, o imóvel é das mais vantajosas. Será verdade? Então vamos conferir.

Imóvel não é bem de consumo nem bem de capital. É bem imóvel. A chance de que ele permaneça por muito tempo lá onde estava quando você o comprou, é muito grande, praticamente certa. Para um comparativo, basta pensar no preço do seguro do seu carro (maior o risco, maior o custo...) ou no perigo que passa o seu relógio de pulso em sua companhia pelas ruas da cidade. Uma nova máquina, bem de capital, é imprescindível para uma indústria, mas a derradeira garantia contra um revés é o imóvel, que hipotecado permite ao industrial dispor de recursos para se reerguer.

O consumo ou o investimento de hoje podem valer mais ou menos amanhã. Ações, câmbio (Dólar, Euro, Real...), mercado de futuros (soja, milho, boi e outros) são investimentos de alto risco, susceptíveis de variações fortes e repentinas. São mercados onde atuam grandes corporações financeiras, que normalmente abocanham os maiores e melhores bocados do bolo e fazem do prejuízo e da falência dos pequenos e médios investidores o lugar comum desses mercados. O ouro é um caso à parte. Com toda a certeza o mais seguro dos "investimentos", mas sua valorização é sempre muito pequena, como também sua desvalorização. Por isso o ouro é conhecido como o porto seguro em períodos de grandes crises. Não se investe em ouro, mas usa-se o ouro como proteção em períodos de alto risco econômico.

O imóvel é um investimento que pode ser desfrutado como consumo pessoal. Afinal, se todos precisamos de um teto, e se o prazer em desfrutar de nossa casa é insubstituível, o que dizer de uma casa de veraneio? O imóvel é também um caminho bem pavimentado para a aposentadoria.

É claro, pode-se ficar rico trabalhando com entusiasmo no ramo imobiliário, com construção civil, com compra e venda ou com administração. Mas para aqueles que não são do ramo, para a grande maioria das pessoas, o mercado imobiliário possui outras duas características fundamentais: é de fácil entendimento e recheado de oportunidades para todas as faixas de consumo e investimento.

Enfim, imóvel é investimento seguro e com retorno garantido. E para nós, que fazemos dele nossa vida, uma atividade prazerosa. Ou será vício?

Equipe Efetiva

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