Mostrando postagens com marcador bem estar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bem estar. Mostrar todas as postagens

ALGUMA COISA ACONTECE - Tudo muda no corpo e na mente quando estamos na praia

Enquanto estudos ainda tentam comprovar cientificamente, as mais diversas experiências pessoais não deixam dúvida: tudo muda no corpo (e na mente) quando estamos na praia

Há alguns meses, cruzando os dados do último Censo inglês, pesquisadores do European Centre for Environment & Human Health, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, fizeram uma descoberta curiosa, ainda que não exatamente surpreendente: quanto mais perto do mar as pessoas vivem, melhor é a avaliação que fazem da própria saúde. Isso significa que as populações litorâneas sejam, de fato e sempre, mais saudáveis que as do interior? Não. Mas significa que elas se sentem muito melhor na própria pele.
Se as praias inglesas são capazes de proporcionar sensação tão nítida de bem-estar, imagine na Jamaica – ou aqui. Mas ainda resta entender o que o estudo não explica. Quais são os estímulos e mecanismos específicos que fazem da praia um ambiente particularmente eficiente para descomprimir e recarregar baterias? O que ela tem que revigora, acelera convalescenças, acalma, esquenta a alma, contenta?
Como observou o principal autor do estudo, Ben Wheeler, são surpreendentemente poucas as evidências científicas que atestem quais aspectos fisiológicos são afetados quando estamos na praia. Ao divulgar sua pesquisa, em abril de 2012, o Wheeler teve o cuidado de declarar: “O estudo sugere que há um efeito positivo na saúde, mas não pode comprovar causa e efeito”. Para ele, é preciso realizar estudos mais sofisticados para desvendar razões que expliquem o que está sugerido. Mas a conclusão já abre espaço para tentarmos descobrir como cada ambiente natural atua sobre o organismo humano. As sugestões do estudo ganharam na mídia europeia diversas interpretações. Surgiram desde explicações mais óbvias – do convite ao exercício físico prazeroso que a praia proporciona à carga de iodo do ar marinho, que estimula o intelecto e reduz a fadiga – a tentativas de aprofundamento: boiar no mar, por exemplo, faria o sangue refluir dos membros para o abdôme, aumentando a oxigenação do cérebro; os íons negativos do ar marinho equilibrariam nossa serotonina, melhorando humor e sono; e o som das ondas alteraria o padrão da atividade cerebral, levando a um relaxamento profundo e, no fim das contas, revigorante.
O neurocientista brasiliense Sidarta Ribeiro, 41 anos, não tem notícia de estudos conclusivos a respeito do tema, mas põe sua mão no fogo por essa última hipótese: “Tenho certeza de que, se colocássemos uma pessoa para dormir na praia e fizéssemos uma polissonografia [o registro detalhado da atividade elétrica cerebral], veríamos uma sincronização entre as ondas cerebrais e as ondas do mar”. Homenageado pelo Prêmio Trip Transformadores de 2007 e diretor do Instituto do Cérebro da UFRN, em Natal, ele aposta que esse efeito terapêutico, que organiza a atividade cerebral e induz ao sono, é só um dos benefícios de viver com o “marzão na janela”, como ele. “Tem um custo morar na praia, levo tempo pra chegar no trabalho, mas acordar e olhar um horizonte aberto não tem preço, porque equilibra. Já sabemos que a mente é porosa. O ambiente ajuda a pensar e a sentir.”
Marcos Vilas Boas
Alguma coisa acontece...

Observar ventos e marés foi outro hábito que o cientista adquiriu, e que o ajuda a “conectar-se com o ritmo do planeta”. “É um ambiente cheio de informação. Aos poucos, você percebe que há uma ordem nas coisas naturais. E isso mexe com estruturas profundas da gente”, explica. “Evoluímos na natureza. Há 20 mil anos conhecemos o mar, a chuva, o sol. Viver em apartamentos de 30 metros quadrados é algo que começamos a fazer há relativamente pouco tempo. Por isso estressa: não estamos adaptados ainda”.
“A praia, sozinha, não faz a mágica”, diz o mestre de ioga uruguaio Pedro Kupfer, 46 anos. “Tem gente que consegue ficar estressada nos lugares mais paradisíacos, que vai em busca de tranquilidade e fica enfurecida por só encontrar trânsito e barulho. Mas se a pessoa tem um mínimo de sensibilidade, vai vivenciar os benefícios da proximidade com o mar.”
Surfista com um gosto muito particular para praias – prefere as “desertas, rochosas, frias e de paisagem cinza “ –, ele mesmo não fica mais que alguns dias longe do mar, e chega a recusar trabalho para não ter que fazê-lo. “Preciso de um horizonte para olhar e tenho uma relação muito física com o mar”, explica. “A praia ‘reseta’ a mente. Ela recarrega as baterias porque é um lugar cheio de elementos da natureza e de energias em movimento: o vento que desloca as massas de ar, marés que sobem e descem, ondas que passam e arrebentam. Tudo isso ativa nosso dínamo”. A exposição do corpo aos agentes naturais é um dos pontos para a pesquisadora carioca Lygia da Veiga Pereira, que tornam a praia uma experiência mais completa de prazer do que, por exemplo, o campo. “Na praia a gente fica pelado, praticamente. É muito raro que nosso corpo fique tão exposto e seja tão tocado. As ondas são um carinho no corpo”, diz.
“quem tem um mínimo de sensibilidade, vai se beneficiar de viver próximo ao mar”
Adepta da prancha de standup, ela gosta de se afastar da praia para sentir, só e no silêncio, a “enormidade” do mar. “Amo praia. Vivi até os 22 anos no Rio. Nos fins-de-semana descia para tomar café já de biquíni”. Morando em São Paulo, onde dirige o Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias da USP, às vezes embatuca diante da decisão de alugar uma casa no Litoral Norte – e enfrentar o trânsito. “Mas quando a gente se vê lá, sempre conclui que vale a pena.”
“Fico emocionada na praia. Na medida do digno, volto à infância. Além de linda, a praia é lúdica. É uma situação que mexe com todos os sentidos de uma forma deliciosa: o calor do sol, a textura da areia, o contato com a água, a beleza do mar, o movimento e o barulho das ondas, o cheiro de maresia, o gosto de sal”, reflete. “Talvez isso se traduza, de alguma forma, em estímulos positivos para nosso cérebro”.
Sócio e VP de Criação da agência Loducca, em São Paulo, o publicitário Guga Ketzer, de 37 anos, redescobriu a conexão com o mar que tinha na infância – e da qual se esqueceu ao mudar-se para São Paulo. Dez anos depois da mudança, ao passar uma temporada de férias no Havaí, Guga teve praticamente uma epifania: percebeu o quanto aquilo era vital e transformador. Faz três anos que isso aconteceu e, desde então, ele aluga a mesma casa de frente para o mar em Sunset, no litoral norte do Havaí, para passar um mês de férias com a mulher, a designer de joias Fabiana Malavazi. E assim pretende fazer todos os anos.
No mar, Guga vive uma experiência física que considera única e intransferível. “Não sinto a mesma coisa em um lago, uma represa ou debaixo de uma cachoeira. Brisa, cheiro do sal, caminhada na areia: é esse conjunto que me atrai”, conta. Mais do que a experiência física, a conexão havaiana representou uma jornada espiritual: ao reconectar-se com o mar, entendeu a sensação de não estar no comando, que lhe trouxe um novo olhar sobre a vida e a carreira. Andando descalço e vivendo com pouco, entendeu o tédio consumista. E, finalmente, religou-se ao ritmo natural da vida. “Praia pra mim é voltar ao mínimo. Meu quarto no Havaí não tem nem cortina: você dorme com a lua e acorda quando a luz chega. Você entra no ciclo do lugar, e não o contrário”, observa ele, que abomina a ideia, tão em voga, de fazer da praia uma extensão do que já se vive na cidade – cheia de serviços, trânsito de carros e prédios em frente ao mar.
“Morar na praia traz uma alienação do bem”, diz o escritor Mario Prata, que trocou São Paulo por Florianópolis há 12 anos. “Não leio notícia de Israel há muitos anos, por exemplo. Esse assunto me dá urticária. Tenho pouco tempo de vida, não posso desperdiçar com Gaza.” Na ilha, com o mar na janela da frente a Mata Atlântica na janela de trás, parou de fumar depois de 50 anos e aprendeu a respirar de novo, ajudado pelo ar puro e as caminhadas na praia. “Aqui faz um puta sol. A temperatura é sempre 2 graus abaixo do Rio e 2 graus acima de São Paulo. Em setembro, tirei a meia. Meia agora, só em maio”, ri. “Além disso, levo 35 minutos para chegar ao aeroporto, a 35 quilômetros. Se você der 5 paus para o manobrista, o cara fica feliz. E neguinho não buzina no trânsito, você não quer dar porrada nele, não fica com medo que ele te dê uma porrada. Tudo isso faz bem para a saúde”.
Mineiro de Uberaba, Prata não tem grande fetiche pelo mar, que viu pela primeira vez aos 16 anos. Mais do que o banho eventual, diz que o que faz diferença na vida é ter saído de São Paulo. Mas admite que contemplar o mar da sua varanda virou hábito diário. “Quando entrei em meu primeiro apartamento aqui, que era baratíssimo e tinha essa vista, pensei: Deus acredita em mim”.
Marcos Vilas Boas
Pablo Picasso e sua musa Françoise Gilot em Côte D’Azur, em foto clássica de Robert Capa: é o litoral mexendo com nossas estruturas
Pablo Picasso e sua musa Françoise Gilot em Côte D’Azur, em foto clássica de Robert Capa: é o litoral mexendo com nossas estruturas
Banho de mar: doce remédio
O banho de mar como o conhece-mos – modalidade de lazer coletiva, praticada sem restrições e quase sem roupa – ainda não tem cem anos. Mas há pelo menos dois milênios especula-se sobre o poder curativo da água marinha. No século 1 a.C., Hipócrates já a indicava no tratamento de afecções pruriginosas.
É o que lembra Leopoldino de Vasconcellos na dissertação que apresentou à Escola Médico-Cirúrgica do Porto, em 1907. À época, o banho de mar terapêutico estava em voga na Europa. Médicos franceses e alemães o indicavam para tratar escorbuto, icterícia, problemas gastrointestinais, até tuberculose.
Coube à família real portuguesa lançar a moda aqui. Dom João VI beneficiou-se da ação antibiótica da água do mar para curar uma mordida de carrapato inflamada. O rei banhava a perna (parece que nunca tomou banho de corpo inteiro) na então cristalina (e hoje aterrada) praia do Caju.
A “praiaterapia” chegaria ao século 20. “Os anêmicos, os escrofulosos, os convalescentes em geral melhoram muito com os banhos de mar”, escreve o doutor Plínio Olinto na Revista da semana, em 1915. Ele atribui o sucesso do tratamento ao “movimento das ondas” e adverte: “Não há necessidade de mergulhos, nem pulos, nem gritos, nem prolongados esforços de natação”.
Ilhas para não morrer tão cedo
O arquipélago de Okinawa, no Japão, abriga a população feminina mais longeva do mundo. Em Ikaria, ilha grega, os homens têm quatro vezes mais chances de chegar aos 90 anos do que nos Estados Unidos, além de sofrer menos de depressão e demência. Na península de Nicoya, Costa Rica, vive-se mais do que a média porque morre-se menos na meia-idade. A Sardenha, ilha italiana, tem a maior concentração de homens centenários da Terra. E em Loma Linda, Califórnia, uma comunidade de adventistas do sétimo dia vive, em média, dez anos mais que os demais americanos.
Descobertos em uma pesquisa da National Geographic Society, coordenada pelo educador e documentarista americano Dan Buettner, esses “bolsões de longevidade” não foram apelidados de Zonas Azuis à toa. De todos, só Loma Linda não fica no mar.
Curiosamente, a praia tem pouco peso entre os fatores que Buttner arrola no livro The Blue Zones: Lessons for Living Longer from the People Who’ve Lived the Longest. Se o ambiente natural estimula a atividade física, o que faz com que essas comunidades vivam mais é uma combinação de fatores que inclui dieta fresca, laços sociais e familiares sólidos, mecanismos antiestresse (sestas, meditação) e um senso de propósito, religioso ou não, afirma.
Fonte: Revista Trip 217, Texto: Teté Martinho | Fotos: Marcos Vilas Boas

Morar na Praia

Sol e mar são a combinação que reina nas férias da grande maioria das pessoas. E não há quem pegue a estrada de volta sem aquele aperto no coração. Durante aqueles dias à beira mar, quem nunca se pegou pensando “queria morar aqui”?
As vezes estamos em busca de um clima tranquilo e de maior qualidade de vida .
Outras vezes , a busca de um lugar melhor para morar. Mas as decisões acontecem de maneiras diferentes.
Não há no mundo lugar melhor do que a nossa casa. E se o conforto do lar se une a paisagens de tirar o fôlego, um clima ameno e uma brisa suave, a vida pode beirar à perfeição.
E isso não significa apenas acordar de manhã e dar de cara com uma paisagem fantástica. É mais ar puro, menos estresse, mais contato com a natureza e a possibilidade de praticar esportes ao ar livre. Sem contar que esse é o tipo de ambiente que inspira descontração, lazer, e divertimento e, aos poucos, vai tornando rotina os novos e mais saudáveis hábitos de vida.
A saúde é um ponto fundamental na qualidade de vida e o fato de se morar perto da praia contribui nesse aspecto, como comprovou um estudo feito pela Faculdade Península de Medicina e Odontologia, da Inglaterra. O estudo descobriu que quanto mais perto as pessoas vivem da costa, melhor é sua saúde. Um dos fatores é a produção de vitamina D pelo corpo, estimulada pelos raios ultravioleta do sol. Sem essa vitamina, aumenta-se o risco de doenças como o câncer.
Mas, afinal, não adianta você mudar de vida, se a vida não mudar ao seu redor.

Você já comprou seu imóvel na praia de Guaratuba? Compre conosco (41) 3472-1388 / Efetiva Imóveis - Sua casa na praia

O que é morar bem?


"Morar bem" pode ter vários significados diferentes... 
Para aqueles que não tiveram a chance de sequer ter um teto para morar, "morar bem" pode ser apenas "ter um bom colchão".
Para os que tiveram todas as chances, o conceito de "morar bem" vai se modificando durante a vida. No começo, o quarto do bebê, o gosto da mãe, a mesmice infantil. Depois, os primeiros desejos, as cores, o lugar de brincar. Mais tarde, os primeiros sintomas da personalidade, o quarto que se transforma num mundinho particular, a loucura. À medida que vamos crescendo, começamos a acumular - os discos, os livros, os cacarecos. Começamos a perceber que são estas as coisas que nos traduzem. Nossa casa vira um amontoado de lembranças, começamos a colecionar objetos, arte, inutilidades. "Morar bem" já não cabe em nosso espaço. Sentimos necessidade de exibir, de receber pessoas em casa, de aumentarmos a família. Enfim, de mais espaço. É tudo tão grande que os desencontros ficam mais frequentes, a solidão aumenta, o vazio torna-se insuportável. Amadurecemos, e o significado de "morar bem"continua a se modificar. Já não estamos tão satisfeitos assim, em nos perdermos dentro de nossa própria casa. Vamos chegando à última parte da vida, e bate uma vontade de sintetizar, jogar tudo fora, se desfazer, procurar a essência, se ver livre... finalmente. Daí, "morar bem" significa estar no menor espaço possível, ficar só com aquela peça que resume toda a coleção. Significa, a simples parede branca. É quando fica claro que não precisamos realmente de muita coisa. Nada muito além de um bom colchão.

- Isay Weinfeld -
arquiteto

Carnaval de Guaratuba 2012, de 17 à 21/02.




Veja os detalhes do Carnaval Guaratuba 2012:O melhor carnaval do litoral paranaense terá 5 dias de folia na Av. 29 de abril: Sexta, Sábado, Domingo, Segunda e Terça.
Os trios elétricos seguirão pela Rua 29 de Abril.
No dia 20/02, dia da apresentação da Banda de Guaratuba, serão 3 trios elétricos, que seguirão o tradicional desfile, que este ano será especial.
A expectativa é de mais de 500 mil foliões nos 5 dias.
Só para a segunda-feira dia da Banda de Guaratuba, a expectativa é de um público de 250 a 300 mil pessoas.
Os comerciantes também esperam que o movimento se supere cada vez mais, devido à infraestrutura assegurada nessa temporada.
Um dos motivos para o otimismo é a garantia de segurança dos foliões, a Polícia Militar reforçará o policiamento.
Tudo isso para garantir um carnaval tranqüilo para todos que procurarem a nossa animada Guaratuba para se divertir e aproveitar os últimos dias do verão. 

TERAPIA DO MAR

             

TALASSOTERAPIA

O Termo talassoterapia é um termo formado a partir de duas palavras gregas: Thalassa que significa mar e Therapéia tratamento. Na antiga Grécia já se utilizava os benefícios da água salgada para fins terapêuticos. A água salgada possui grande número de oligoelementos, iodo e aminoácidos.

Compreende os benefícios que se pode obter do hábito do banho de mar tomado na praia, sobretudo compreende aplicações terapêuticas feitas no mar considerando três fatores que estão presentes quando o indivíduo se expõe a ação terapêutica natural do meio marinho: o ar ambiente, as radiações solares e a água salgada com objetivo de prevenir e tratar doenças.

A ação da água salgada é exercida pela própria pressão da água. A sessão pode ocorrer tanto na praia como na piscina com água salgada, seguindo-se de estado de descontração muscular e articular assim como a estimulação da circulação dos vasos sanguíneos periféricos. Age sobre o metabolismo orgânico, facilita a assimilação de alimentos como a desassimilação age desintoxicando. Tem efeito tônico, estimulante, reconstituinte e relaxante. O contato com o banho frio, o poder terapêutico da água salgada penetra através da pele seguindo como resultado uma maior oxigenação sobre o conjunto do organismo. Os elementos minerais contidos na água salgada vão se infiltrar através do tecido cutâneo realizando remineralização do organismo.

Indicação: doenças do sistema osteo-articular (as várias doenças reumáticas) aliviando as dores, trata doenças do sistema nervoso, as seqüelas de traumatismos por acidentes, estresse, depressão, celulite, tabagismo.

Contra-indicação: para doenças renais, hepáticas, hipertensos crônicos, aqueles que sofrem de hipertireoidismo, flebite e tuberculosos.

Conduta no tratamento:
Para quem não estiver adaptada ao clima marinho, sobretudo se estiver convalescendo, ou criança ou pessoa idosa deve-se primeiramente fazer a adaptação ao ambiente. Primeiramente:
Fase de adaptação: Primeiros dois dias, exposição as radiações solares e ao ambiente por pouco tempo quinze minutos que deverá ser entre 6:00 e 9:00hs, fazendo uso de protetor solar. (caso a pessoa não esteja acostumada ao ambiente marinho).
Terceiro dia: Os primeiros banhos deverão ser feitos as primeiras horas da manhã com curta duração quatro a cinco minutos podendo chegar a vinte minutos.

Durante o banho é necessário que a pessoa tratada faça alguns movimentos para aquecimento do corpo todo, depois entre na água mergulhando o corpo todo com bastante cuidado. Dentro da água do mar, deve fazer movimentos lentos ou nadar que favorece a tonificação muscular e cardíaca. Ao sair secar se ao sol fazendo exercícios respiratórios.

É um tratamento sem custo que pode ser feito aproveitando nosso extenso litoral. No entanto no Mundo (França, Portugal, Espanha, Tunísia etc) e no Brasil sofisticaram esta técnica simples trazendo para dentro das clínicas estéticas, spas e Hotéis sofisticados com o acréscimo de produtos cosméticos e agregando outras práticas complementares a saúde como diversos tipos de massagem (shiatsu, do-in, massagem ayurvédica, drenagem linfática etc.), o uso dos óleos essênciais (aromaterapia), ioga, cremes a base de algas marinhas e argila atribuindo também a esta forma mais sofisticada e cara o nome de Talassoterapia.

                                                                     

                                                    O efeito desintoxicante dos minerais
Remineralizante, revitalizante, anti-infecciosa, anti-stresse e analgésica, a água do mar é um remédio milagroso que ajuda a prevenir e a tratar diversas patologias, nomeadamente as invernais. Fonte infinita de ferro, magnésio, sódio, cálcio, zinco, cobre, entre outros, ajuda a combater carências, estimula as defesas do organismo, bem como a microcirculação cutânea e a tonicidade da epiderme. Destaque para o iodo, presente em muitos produtos cosméticos drenantes, que tem um papel importante no metabolismo das gorduras com as suas propriedades desintoxicantes .
O efeito esfoliante do sal
Já certamente reparou que depois de banhos de mar, se deixar secar sem se limpar, se forma sobre a pele uma camada de sal, verdadeiro concentrado de minerais purificantes e remineralizantes. Mais grossos ou mais finos, os grãos de sal estimulam a epiderme, dinamizam a microcirculação e favorecem o rejuvenescimento celular. Inspirados nos tratamentos de spa, os cosméticos com sal marinho ajudam a eliminar as células mortas que se formam sobre a pele.
O que pode fazer
--> Caminhe com os pés descalços. Este gesto proporciona às plantas dos pés uma massagem relaxante natural.
--> Mergulhe os pés na água do mar. A sensação de frio provoca uma constrição das veias que estimulam a circulação de retorno.
--> Para lutar contra a celulite e melhorar a circulação sanguínea, caminhe dentro da água (que deve dar pelo meio da perna) pelo menos um quarto de hora, diariamente.
--> Nadar é um dos desportos mais completos. Entre os seus múltiplos benefícios está a melhoria da capacidade respiratória, o que pressupõe uma melhor oxigenação e um aumento dos glóbulos vermelhos no sangue na ordem dos 10%.
Os poderes da brisa marítima
Os ares da praias foram desde sempre recomendados para combater a fadiga e coadjuvar na convalescênçia de doenças. O clima marítimo é muito saudável e puro.
Um passeio à beira-mar oferece uma quantidade enorme de oxigênio, que ajuda a limpar os pulmões, e os salpicos das ondas estão carregados de ions negativos que afastam o stresse. Com a poluição das cidades, estes ions são substituídos pelos positivos, que por sua vez carregam o ar de electricidade nefasta para o sistema nervoso. 


















Veja idéias para deixar sua casa mais saudável

Casa-vitrine, cheia de objetos bonitos, não é sinônimo de "casa saudável". A expressão é empregada na geobiologia, que estuda o impacto dos ambientes no homem.



"Estudos comprovam que as cores das paredes, a altura do teto, a iluminação e os produtos químicos usados na limpeza são determinantes para a saúde", diz Allan Lopes, fundador do Instituto Brasileiro de Geobiologia.
"Mas nunca pensamos que estamos cansados porque o teto do escritório é baixo e a luz é clara."
Para a arquitetura, imóvel vivo começa na boa estrutura e inclui espaços integrados, de forma que todos os ambientes sejam aproveitados. Cômodo vazio, além de desperdício, é sinal de que o lugar não atrai.
Usar todos os espaços também é uma das 12 regras em "A Casa Terapêutica", livro que ensina a aumentar a saúde do lar. Outra regra é não abusar da monotonia branca nas paredes --com a qual concordam os especialistas ouvidos aqui (eles dão, a seguir, seus truques para deixar a casa "sarada").
Para a escritora Letícia Braga, autora de "O Prazer de Ficar em Casa" (Casa da Palavra, 80 págs.,R$ 16), deixar o ambiente mais convidativo requer mais esforço do que dinheiro. "Muita gente escolhe materiais sintéticos e sem graça para ter menos trabalho. Mas devemos ter trabalho, não? Devemos querer cuidar da nossa casa, passamos boa parte do tempo lá."


                                 Daniel Marenco/Folhapress
Banheiro-delícia, em São Paulo; projeto é uma criação coletiva de Guto Requena, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai
Banheiro-delícia, em São Paulo; projeto é uma criação coletiva de Guto Requena, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai


                                                                          

SINCRONIZE LUZ E RITMO BIOLÓGICO

Casa bem iluminada não é só uma questão de decoração. Luz e sombra têm relação direta com ritmo biológico.
"Associamos tons amarelados e alaranjados do entardecer com o repouso e branco e azul com um estado maior de atividade. Essa é uma pista para determinar o que é aconchegante", diz Gilberto Franco, arquiteto especialista em iluminação.
Pensando nisso, aproveite a iluminação natural e prefira lâmpadas de cores quentes para salas e quartos (há lâmpadas fluorescentes amarelas). Em lavanderias e cozinhas, as brancas vão bem. Permitir a variação de luminosidade também é bom.
Coloque mais de um ponto de luz em cada cômodo. Não economize em luminárias, que suavizam e mudam o tom da luz. Instale interruptores (dimmers) que dosam a luminosidade ou, em um mesmo ambiente, coloque várias luzes independentes.



EVITE PERSIANAS TIPO 'CONSULTÓRIO'

Persianas de metal e estofados de tecidos sintéticos são funcionais, mas deixam a casa com cara de consultório médico. Nem sempre o que é mais fácil de limpar é confortável. Procure almofadas, cortinas e sofás com apelo tátil, gostosos de pegar. "Fibras naturais são mais convidativas", diz o arquiteto Maurício Arruda.
Lençóis de algodão são mais fofos do que os de microfibra, assim como os sofás de tecido ou couro.
Quem tem algum tipo de alergia respiratória e quiser fugir do poliéster antialérgico pode investir em tapetes feitos com fibras de garrafa pet, fofos e fáceis de lavar.
Para aumentar a sensação de bem-estar, a decoradora Neza Cesar dá a ideia de usar água de passar roupa com essência de lavanda nos lençóis. Em banheiros e lavabos, experimente borrifar as essências de capim-santo ou flor de laranjeira, bem mais agradáveis do que o cheiro de desinfetantes pesados.

                                   Karime Xavier/Folhapress
Um pouco de desordem dá vida, não faz mal a ninguém, diz o arquiteto Marco Donini: "É estimulante uma casa onde objetos e móveis não têm lugares certos, mas circulam e estão sempre disponíveis"; na foto, estante com CDs na casa do arquiteto, em SP
Um pouco de desordem dá vida, diz o arquiteto Marco Donini; na foto, estante com CDs na casa do arquiteto, em SP



ESQUEÇA A DECORAÇÃO DE REVISTA


Não é difícil (nem caro) decorar seu espaço. "Uma casa saudável tem a cara de quem mora ali, reflete a personalidade, não é padronizada", diz o arquiteto Guto Requena.
Escolha objetos que significam algo para você, reforme móveis antigos, deixe à mostra objetos queridos ou de família.
É fundamental não se prender a modas, diz o o arquiteto Marco Donini. "Decoração em exagero, principalmente quando segue cartilhas e modismos, é uma armadilha."
Nada proíbe você de ter uma casa cheia de coisas, mas é bom deixar espaços vazios. Ambientes mais limpos visualmente acalmam os sentidos, relaxam a mente.



DEIXE O AR ENTRAR E ROLAR

Garantir a circulação de ar é uma das primeiras regras para uma casa "terapêutica". O ideal é que os ambientes tenham grandes entradas de ar em lados alternados, para que haja circulação, explica o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório FGMF.
Quando possível, deixe portas e janelas abertas. A falta de ventilação ajuda a juntar umidade e facilita a proliferação de fungos e ácaros. Ar fresco ajuda até a prevenir gripes e resfriados, de acordo com o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Quem usa ar-condicionado deve ficar de olho se a manutenção está em dia. Mesmo se estiver em dia, prefira a ventilação natural.
Armários e closets devem ter vãos livres para que o ar circule. Se ainda assim a umidade for insistente, uma boa ideia é colocar no armário e nas gavetas bolinhas de cedro ou pedaços de giz de lousa.



DEVAGAR COM O PISO FRIO

Piso frio não tem esse nome por acaso. E colocá-lo em todo lugar é um dos erros mais comuns.
Um dos exemplos é o abuso do porcelanato, aquele piso brilhante.
"As pessoas optam pelo porcelanato por ser fácil de limpar, mas aí usam em todos os cômodos e a casa fica fria e monótona", diz o arquiteto Maurício Arruda.
Aí não há tapete que resolva. Nos quartos e sala, prefira pisos de madeira, que deixam o ambiente mais convidativo, principalmente no inverno.





                                              Carlos Cecconello/Folhapress
 
Para aumentar o conforto, vista a sua casa de acordo com as estações do ano
                                             
MUITA TINTA, MAS POUCA QUÍMICA

Casa toda branca (ou bege) é um tédio. "Fica sem personalidade", diz o arquiteto Guto Requena. Para ele, não há cor que não possa ir à parede. "Azul, preto, rosa", enumera. "O maior erro é o medo."
Cores frias (azul e verde, por exemplo) dão a impressão de que o ambiente é maior e ajudam a relaxar. Cores quentes dão mais energia, mas podem não ser uma boa ideia em locais com temperaturas mais altas.

E não precisa fazer uma revolução: pintar uma parede já muda completamente o ambiente. "Quem não quer pintar a casa, pode usar móveis e objetos coloridos", sugere a decoradora Neza Cesar.
É importante escolher uma tinta pouco tóxica e com menos cheiro, o que ajuda a evitar alergias respiratórias. Prefira as que usam solventes à base de água. Solventes químicos, como o tíner, evaporam e pioram a qualidade do ar mesmo depois que a tinta já está seca. As tintas acrílicas são menos tóxicas do que as tintas tipo esmalte e látex.



BARREIRAS VERDES DE PROTEÇÃO

Quem não se sente melhor na companhia de um vasinho de flor? "É barato, fácil de comprar e muda a cara do cômodo", diz a paisagista Claudia Munõz. Qualquer violeta ou crisântemo de supermercado já ajuda.
Quem quer investir um pouquinho mais pode comprar orquídeas, que ficam com flores por até dois meses. As do tipo phalaenopsis não são caras, não exigem tantos cuidados e são vendidas em várias cores.
Outra flor boa de lidar é o lírio-da-paz. "Dá para ter dentro de casa, mas precisa de sol", alerta a paisagista Paula Galbi.
Para saber onde colocar a planta, a dica da paisagista é imaginar um ângulo de 45° a partir de uma janela até uma parede: essa é a distância máxima para deixar uma folhagem, árvore ou flor.
Dentro de casa, vão bem: palmeira camedória, filodendros (incluindo pacová) e árvore-da-felicidade.
Na varanda, cactos e plantas suculentas dão pouco trabalho. "Árvores frutíferas e folhagens exigem mais cuidados, mas ajudam a criar um isolamento mecânico contra a poluição do ar e sonora."
Quem gosta de ervas e temperos frescos pode ter vasos nas janelas da cozinha ou na varanda --se bater sol. Temperos não são muito fáceis de manter: precisam de luz e água todos os dias.



ÁGUA E SABÃO É A MELHOR MAGIA
                                                                                                                              Paula Giolito/Folhapress
Cozinha da designer Raquel Mendes, 27, no RJ
Uma casa terapêutica, que cumpre a função de ajudar você a recarregar sua energia, precisa ser muito limpa. Para isso, um planejamento de arrumação (diária, semanal ou mensal) é mais efetivo do que o uso de produtos de limpeza caros, segundo a especialista em organização Ingrid Lisboa.
O infectologista Stefan Cunha Ujvari explica que alguns cuidados podem livrar a casa do risco de contaminação por vírus e bactérias. Em quartos, sala e cozinha, limpe a sujeira sem usar desinfetantes poderosos. "Água e sabão comum resolvem."
Na pia da cozinha, não misture carnes cruas com saladas e frutas. Carnes podem ter larvas de parasitas. Separe na hora do preparo e, entre uma fase e outra, limpe o balcão com água e sabão. No banheiro, use desinfetantes ou produtos multiuso para piso, vaso e pia. Nesses locais há bactérias que causam infecções e diarréias.




CASA BOA DIFICULTA ACIDENTES

Para os mais velhos, a casa saudável é segura e prática. A fisioterapeuta Monica Rodrigues Perracini, especialista em gerontologia, diz que corredores e áreas de acesso às janelas devem ficar livres. Diz também que mesas de centro, vasos e bibelôs são obstáculos, é melhor eliminar.
No piso, evite estampas ou cores demais, que podem dificultar a percepção de profundidade. Prefira os antiderrapantes e de cores claras.
Tapetes aquecem o lugar, mas são difíceis de limpar. Não devem ser muito fofos (menos de 6 mm de altura), para nao dificultar a locomoção. Tapetes pequenos soltos pela casa, assim como fios, são proibidos.
Degraus e rampas devem ser bem iluminados. Corredores precisam de luzes de acesso à noite, banheiro idem.
E vale observar o conforto dos móveis, não só o design. Sofás de dois lugares são melhores, porque quem senta tem pelo menos um apoio de braço. Gabinetes e armários devem permitir o acesso a objetos localizados na altura da cintura e não devem ter muita profundidade.




                                 





                                   Daniel Marenco/Folhapress 

O advogado e designer Fábio Mota, 34, de SP
 


"TENHO PLANTAS EM TODOS OS ESPAÇOS, ELAS DÃO VIDA"

O advogado Fábio Mota, 34, está há um ano e meio em seu apartamento na Vila Madalena, em SP. Foi ele que pensou no conceito do projeto: o terraço, que tinha um escritório e uma lavanderia, virou um espaço com plantas e redes. "Queria um apartamento urbano, mas que fosse amplo e com muitas plantas." No jardim privativo do quarto, ele manteve a jabuticabeira que já estava ali. "É um dos meus lugares favoritos." Outro é o banheiro, que tem vista  para a avenida Paulista e é iluminado com ajuda de  
velas.



"SÓ ESCOLHI OS MÓVEIS DEPOIS DE SENTIR O ESPAÇO"     
                                                                                                                             Paula Giolito/Folhapress  
A designer Raquel Mendes, 27, em seu apartamento, no RJ
Quando se mudou para um apartamento de 59 m2, a designer Raquel Mendes, 27, só tinha uma cama. "Quis escolher os móveis só depois de conhecer e sentir o espaço." Com o tempo, foi colocando peças antigas reformadas misturadas a objetos de design e lembranças de viagens. As paredes azuis e verdes da sala e do escritório foram escolhidas para deixar o ambiente maior e mais fresco. Uma estante enorme de madeira guarda todos os livros e bibelôs. "É o móvel mais marcante da casa."




Fonte: Folha.com/equilíbrio e saúde,
JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

A Arquitetura da Felicidade





"Você pensa que a filosofia é difícil, mas (...) ela não é nada comparada com a dificuldade de ser um bom arquiteto", dizia o filósofo Wittgenstein. O escritor suíço Alain de Botton, também filósofo, concordando com isso, arremata a idéia: "todo estilo arquitetônico fala de uma compreensão de felicidade." Sucesso de público e de crítica em todo o mundo por sua maneira peculiar de falar de filosofia a partir de aspectos da vida cotidiana, De Botton lança "A Arquitetura da Felicidade", onde faz uma espécie de Feng Shui da contemporaneidade, analisando como o estilo e a aparência de cada construção e os objetos que a preenchem afetam a sensibilidade, o humor e até mesmo a personalidade dos homens. Para o autor, muito sobre o estado de espírito de alguém é dito pelo ambiente que o cerca. Em outras palavras, as pessoas são influenciadas de forma profunda e decisiva pela arquitetura à sua volta, seja a do lar, a do trabalho ou a das ruas. Alain de Botton sugere que a arquitetura é capaz de modificar nossas vidas afetivas ou profissionais, influenciando o modo de ser e de sentir de cada um. Para ele, o que procuramos numa obra arquitetônica não está distante daquilo que buscamos num amigo - e amigos, como casas, são escolhidos pelo bem-estar.



Leia mais no livro A Arquitetura da Felicidade ISBN: 9788532521606
Autor: Botton, Alain de
Editora:Rocco
Prazo de entrega: em até 4 dias úteis
Preço: R$ 42,00 + frete

Compre o livro na Livraria Saraiva, on line:http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1972167&ID=C925652F7D706190F20290694

Piscina sem cloro e seus benefícios.





A maioria dos usuários de piscina conhecem bem os efeitos do cloro ao utilizarem piscinas, tanto em suas residências, quanto em clubes, ou parques. O uso da piscina é algo prazeroso, o que nos faz esquecer, ou pelo menos, fazer passar despercebido o quanto o cloro na água é desagradável, tanto para os cabelos, como para a pele e também para os olhos. Imagine a possibilidade de desfrutar de uma piscina, sem o desconforto que o cloro causa para alguns, principalmente aos alérgicos ao produto.
Existem outros processos de tratamento para piscinas,tais como salinização, ozônio, UV e Ionizador.Segundo especialistas o processo que é mais saudável e que tem o melhor custo benefício é o ionizador, pois é o que tem menor custo de manutenção mensal.

IONIZADOR:

É um tratamento automático através de íons metálicos de cobre e prata e que durante o processo de recirculação os íons são produzidos e lançados na água. Não dá cheiro e nem gosto na água. O cobre combate as algas e a prata elimina os fungos e bactérias . Os íons são estáveis e não são dissipados mesmo que a piscina esteja aquecida ou até mesmo em dias ensolarados. O tratamento com íons mantem residual ativo que protege a água durante os períodos em que o equipamento de recirculação estiver desligado. Esse tratamento para água potável foi desenvolvida pela NASA.


Fonte: http://www.piscinasjoy.com.br/acessorios/piscina-sem-cloro.html

Conheça 10 motivos para curtir a praia de Guaratuba no inverno.



Lá se foi a temporada de verão e já está quase chegando o inverno, a maior parte das pessoas que curtiram o verão na praia acham que nesta época não se tem o que fazer no litoral. Mas, quem é do tipo que segura o dinheiro até o instante derradeiro, sabe que esta é a melhor época para ir à praia. É isso mesmo. Uma forma de garantir o lazer e fazer economia.

Quantas vezes você não chegou em um restaurante no litoral durante o verão e quase caiu para trás com o preço da porção de camarão? Optou por ficar ali mesmo e demorou meia hora para conseguir uma mesa, tendo que fazer malabarismos no banheiro depois de encarar uma fila gigante?Sem contar o tempo que demorou antes para achar uma vaga para estacionar. É o retrato da praia no verão.

Por isso, listamos 10 motivos para você pegar as suas coisas e partir para o nosso litoral no começo do inverno.

Motivos para curtir o inverno na praia de Guaratuba:

1 – Estradas livres - Sabe aquele trânsito infernal que a maioria dos turistas pega indo ao Litoral nos feriadões prolongados? Não existe durante o inverno. Dá pra fazer até “bate-e-volta”. Numa boa.

2 - Preços - Se não caem pela metade, diminuem bastante. E o garçom, que antes parecia tão grosseiro e apressado, vai fazer de tudo para tratá-lo bem (a última cerveja, que vem gelada, pode até ficar por conta da casa). Além disso, é possível pagar por uma hospedagem realmente legal.

3 - Sossego - No inverno, a praia é praticamente sua: além de estar mais limpa, permite que você fique mais à vontade,sem se preocupar se não está 100% em forma , afinal não há quase ninguém para observar você. E estender a toalha em qualquer ponto da areia aproveitando apenas o barulho do mar.

4 – Tempo (acredite se quiser) - Dificilmente chove. As chances de ficar dentro de casa todo o fim de semana, optando pelo abençoado baralho, é maior no verão.

5 – Situação - É romântico. Praia deserta, à noite, combina com violão e fogueira.

6 – Saúde - Fazer exercícios na praia durante o inverno é algo que atrai até os mais sedentários. Caminhadas pela orla permitem bons momentos de relaxamento sem muito suor e sem o risco de ficar com insolação; as bicicletas não se trombam na rua e principalmente na ciclovia.

7 – Compras - Você pode, finalmente, conferir com calma todas aquelas barraquinhas de artesanato e brincos e voltar para a casa sem a sensação de ter visitado uma feira marroquina.

8 – Mar irado - O inverno garante boas ondas para quem é adepto do surfe.

9 – Visita ao que nunca viu - Já que entrar no mar para alguns vira desafio,digo para alguns porque as águas das praias do nosso litoral não são geladas como as do litoral Catarinense por exemplo.Mas se este é o seu caso, você não vai sentir remorso se substituir a ida à praia por um passeio de barco pela baía de Guaratuba ou um passeio pelos pontos turísticos da cidade:Igreja Matriz, Fonte e capela de Nossa Senhora de Lourdes, Largo da Carioca, Morro do Cristo, Cabaraquara (Restaurante Vivere Parvo e Sítio Sambaqui-cultivo de ostras e restaurante),etc.

10 – Festas - Durante a baixa-temporada em Guaratuba temos algumas festas religiosas que movimentam a cidade, como em muitas cidades do interior. Cujos os atrativos além de apresentações musicais e bailes são principalmente gastronômicos. Aquele camarão gigante, cujo preço normalmente supera o tamanho do seu bolso, pode virar realidade no seu prato.A principal festa é a do Divino que se realiza do dia 10 à 19 de Julho na praça central junto à Igreja Matriz, além desta temos a festa do pescador no bairro Piçarras e outras mais.

Quer mais motivos que estes, então faça suas malas e venha descobrir, com certeza não será difícil.Aloha!!!

Pintando sua casa




Se você está pensando em dar um novo visual à sua casa ou apartamento, nada mais simples e eficiente que mudar a cor da(s) parede(s) de um ou mais ambientes.
Mas, como saber o tipo de tinta mais indicado?
Qual cor é a mais indicada?
É verdade que determinada cor pode trazer certas sensações?
Aqui vão algumas dicas preciosas:


Tipos de tintas existentes no mercado:

• Látex Acrílico: Pode ser usado em paredes de alvenaria, tanto interna quanto externamente. Apresenta três tipos de acabamento, podendo ser fosco, acetinado ou semi-brilho, sendo que as duas últimas permitem uma limpeza sem marcas, mas não disfarçam tanto as imperfeições da parede. É o mais indicado para áreas onde há maresia.

• Látex PVA: Também pode ser usado tanto em áreas internas como externas, mas a durabilidade é um pouco menor que o acrílico. O acabamento é em fosco aveludado.

• Resina acrílica, silicones e vernizes: São indicados para lugares onde haja água, infiltrações e umidade.

• Tinta para fachada: Esta tinta acompanha eventuais movimentações da construção. São bem mais duráveis que as tintas comuns, podendo chegar a durar até vinte anos.

• Tinta para azulejos: Apesar do forte cheiro, pois é feita à base de epóxi, esta tinta é uma ótima opção para quem não quer quebra-quebra em banheiros ou cozinhas. Leva 72 horas para secar e pode ser limpada com água e detergente neutro.


Cores mais indicadas:

Para o teto, o mais indicado é sempre o branco, pois dá uma sensação de profundidade. Evite usar o branco puro. O mercado apresenta várias tonalidades de branco. Tons escuros no teto dão impressão que o pé-direito é mais baixo.

Para espaços pequenos prefira sempre os tons claros e frios que sempre ampliam os ambientes. Ao contrário, as cores quentes e fortes reduzem os ambientes, pois dão a sensação de proximidade.

Nos dormitórios, procure sempre adotar as cores mais luminosas e menos saturadas.

Se você deseja adotar cores mais vibrantes, use-as em lugares reservados a atividades calmas, como leitura, música. Porém, não use em todo ambiente. As paredes para onde os assentos estiverem voltados devem ser pintadas com cores claras.

Se a intenção é criar um ambiente aconchegante, use cores quentes, como laranja, vermelho, mesmo em áreas pequenas. Lógico que não precisa ser no ambiente inteiro.

Você acha monótono pintar um ambiente inteiro com uma única cor? Pinte, então, uma ou duas paredes, sendo que o ponto de partida pode ser uma peça de mobiliário que você queira destacar.

Composições da mesma cor, em diferentes tons, são harmoniosas e repousantes. Elas devem ter o mesmo valor tonal.


O poder das cores:

Amarelo: - Está ligado a criatividade. Ativa o raciocínio e a comunicação. Indicado para ser usado em escritórios, cantos de estudos e bibliotecas. Quando usado em áreas de estar deixa as pessoas mais relaxadas e extrovertidas.

Laranja: - Estimula o otimismo, a generosidade e o entusiasmo, ajudando a levantar o astral. Age sobre o sistema digestivo, despertando apetite. Pode ser utilizada em áreas de refeições.

Vermelho: - É o tom das emoções. Pode despertar tanto a sexualidade quanto a agressividade. Portanto, cuidado ao utilizá-lo. Prefira as pequenas doses.

Azul: - Sendo uma cor fria, tranqüiliza os ânimos e favorece a amabilidade, a paciência e a serenidade. Se muito intenso, leva à introspecção e até a depressão. Procure usar em tons mais suaves.

Violeta: - Diretamente relacionada à intuição e espiritualidade. Próprio para lugares de meditação, mas assim como o azul, se usado em tonalidades muito fortes pode agravar o estado depressivo.

Verde: - Representa esperança e abundância. É a cor do equilíbrio, não agitando nem relaxando demais. Estimula o silêncio e ameniza o stress.

Preto: Expressa agressividade, dando sensações de distância e isolamento. Se presente apenas em detalhes fica chique e sofisticado.

Branco: Sensação de limpeza, frescor e claridade. Se o ambiente for completamente branco pode tornar-se monótono e hostil, levando à dispersão.


Agora que você já tem uma ligeira noção sobre pinturas, que tal ousar e dar nova vida a seu ambiente?!!!


Fonte: http://www.belemmulher.hpg.ig.com.br/casa_jard_facavocemesmo_pintando.htm
Autora:Simone Goltcher
Administradora de empresas e decoradora - ABD

Imagem : www.apftv.pt

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...