Mostrando postagens com marcador financiamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador financiamento. Mostrar todas as postagens

Brasileiros buscam imóvel antes de saber se podem financiar

Brasileiros buscam imóvel antes de saber se podem financiar, só 17% iniciam busca pelo financiamento, diz estudo feito no Zap Imóveis.

'Quem vai 1º no financiamento sabe mais o que pode ter', diz especialista.

A maioria das pessoas que procura um financiamento imobiliário primeiro busca o imóvel de interesse para só depois saber se as parcelas e a renda necessária se enquadram à sua realidade, aponta estudo apresentado nesta segunda-feira (4) em evento promovido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) em parceria com o portal ZAP Imóveis.


De acordo com o estudo, apenas 17% dos interessados em financiamento imobiliário iniciaram o processo de pesquisa de um imóvel pelas páginas do financiamento, com o intuito de descobrir o valor da prestação e o total de crédito que podem conseguir.

Os 83% restantes fazem o movimento contrário, ou seja, primeiro buscam o imóvel para só depois descobrir se vão conseguir financiá-lo ou não.

O processo de compra de imóvel ainda é muito emocional, muita gente fica frustrada e acaba desistindo da compra do imóvel porque pensa 'o que eu quero não posso comprar'."Nós monitoramos as pessoas que estão buscando um imóvel e querem fazer financiamento (...), 83% começaram essa análise de financiamento só depois de terem pesquisado o imóvel antes, enquanto 17% fizeram o processo inverso, ou seja, o quanto eu consigo financiar para depois olhar o imóvel", explica o especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata, que apresentou o estudo. "Ela fala, adorei essa cobertura aqui nos Jardins, depois eu vou ver se posso pagar", diz.

Apesar de não existir uma regra, Prata orienta que o melhor é primeiro pesquisar qual tipo de imóvel é possível financiar, para depois iniciar as pesquisas. "Não tem muito certo e errado, o que tem é nivelamento com a realidade, quem vai primeiro no financiamento, tem mais clareza do que ele pode comprar, do que cabe no bolso", avalia.

Prata acredita, contudo, que pesquisar primeiro o financiamento é o melhor caminho, para não acontecerem futuras frustrações. "Começa primeiro vendo o quanto que pode pagar e quanto vai conseguir financiar. O processo de compra de imóvel ainda é muito emocional. Muita gente fica frustrada e acaba desistindo da compra do imóvel porque pensa 'o que eu quero não posso comprar'", avalia.

Fonte: Gabriela Gasparin
Do G1, em São Paulo

CAIXA VAI LIBERAR CRÉDITO DENTRO DE IMOBILIÁRIAS


A Caixa Econômica Federal, que tem 76% do mercado brasileiro de crédito imobiliário, se estrutura para dar o maior passo para acelerar a concessão do financiamento da casa própria no país. Ela quer fazer com que o comprador de imóvel saia com o empréstimo aprovado dentro das imobiliárias e das construtoras, exatamente como acontece no mercado de veículos, em que o comprador sai da concessionária com carro novo, financiamento e seguro aprovados.

A Caixa prospecta acordos operacionais com as principais imobiliárias e construtoras do país e não descarta a possibilidade de comprar participações nessas empresas. O objetivo é manter a posição de mercado, quando os concorrentes se estruturam para crescer no setor.

"Precisamos de parceiros na geração do crédito imobiliário. São vários modelos: em alguns casos, pode aparecer via acordo operacional; em outros, a gente pode construir uma joint venture", afirmou Marcio Percival, vice-presidente da Caixapar, braço de participações da instituição federal.

A adesão da Caixa ao modelo de "correspondente imobiliário", em que os corretores de imóveis fazem 90% da origem de crédito imobiliário, tem o potencial de mudar a forma com que o financiamento da casa própria acontece no país.

O correspondente imobiliário terá treinamento para fazer simulações, esclarecer dúvidas, identificar e propor o melhor caminho de financiamento para cada cliente. Poderá inclusive receber e conferir os principais documentos, encaminhando tudo para aprovação interna do banco, que dá a palavra final. “O controle de risco é da Caixa. Você não vai deixar um correspondente ou um corretor de imóvel aprovar o crédito. Mas é inegável que ele tem um papel importante. A rede da Caixa é muito grande e não vai parar de fazer crédito. Nós vamos alavancar mais esse processo."

O modelo foi introduzido há três anos pelo Itaú, que fez parcerias com a Lopes e a Coelho do Fonseca, duas tradicionais imobiliárias. Na Coelho da Fonseca, 60% das vendas ocorrerão com financiamento imobiliário neste ano. Em 2008, só 20% das vendas tinham financiamento e, no ano passado, já eram 40%.

"Antes, o financiamento era para quem não tinha dinheiro. Hoje, é justamente para quem tem alta renda e dinheiro para pagar à vista. Por que pagar à vista, se você pode fazer um financiamento com o menor juro do Brasil? O cliente acaba financiando e guarda os recursos para aplicar", disse Cláudio Costa, gerente da Coelho.

A Caixa também busca sócios para atuar na parte operacional e na arquitetura do crédito, como securitização de recebíveis de crédito.


Fonte: Folha de S.Paulo (SP), por Toni Sciarretta

Mudança nos contratos de financiamento imobiliário



 Apesar das facilidades em se conseguir um empréstimo, em média em 30 dias, a retomada do patrimônio, em caso de atraso nas prestações, está mais rápida. Se antes o processo durava anos na Justiça, hoje em menos de um ano o mutuário pode perder a casa e ainda todo o dinheiro investido no imóvel.

Prazos de pagamento mais longos e maior garantia de ressarcimento no caso de calote foram os motivos que levaram a Caixa a privilegiar os contratos de alienação fiduciária, segundo Rodrigo Dorácio Silva, gerente de créditos próprios da Caixa. Nessa modalidade, a propriedade fica em nome do banco até o pagamento da última prestação, quando passa a ser do mutuário.

Desde 2004 nós já mudamos os contratos e hoje quase 96% são feitos por alienação. Isso deu mais garantia na retomada do imóvel por falta de pagamento, já que se o proprietário atrasa dois dias o pagamento, a Caixa já pode entrar com um processo de retomada do imóvel.

O banco tem direito de reaver o imóvel, já que ele é o proprietário e o mutuário tem somente o direito do uso. Se não pagou a prestação, ele [o banco] tem o direito de rescindir o contrato, sem a necessidade de uma ação judicial, como já é feito nos financiamentos de veículos.

Para renegociar um contrato, o mutuário deve comunicar imediatamente a Caixa, caso contrário com dez dias de atraso o nome já vai para o SPC/Serasa. Cerca de 2.000 contratos de financiamento em São Paulo estão nessas condições, segundo a Caixa. Nos casos que envolvem perda do imóvel o patrimônio vai a leilão e, no caso de ser vendido acima do valor do contrato, o montante é ressarcido ao mutuário, de acordo com Dornellas.

As recomendações devem ser levadas em conta na hora de contratar um financiamento, a dica dos especialistas é muita pesquisa e simulações do financiamento, de uma forma que não comprometa a renda em mais de 30%.

Fonte: R7 - 12/05/2010


Correspondente Imobiliário Caixa Econômica Federal.



Temos a satisfação de sermos uma das primeiras empresas de Guaratuba a se credenciar como Correspondente Imobiliário CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
Já são mais de 15 anos disponibilizando em nossa rede de serviços esta demanda, o que faz com que possamos afirmar com toda segurança que o financiamento imobiliário pode tornar-se mais rápido do que você imagina.
Oferecemos assessoria completa para seu financiamento, créditos e saque do FGTS para compra de seu imóvel, análise de documentação, tiramos certidões, regularização de imóveis, contratos de compra e venda.

Para Imobiliárias e Construtoras, realizamos assessoria para obtenção de crédito para seus clientes, acompanhamento completo desde a aprovação de crédito, assinatura de contrato na Caixa, até a averbação no Registro de imóveis e cadastro na Prefeitura do novo proprietário.
PARA ASSESSORIA NA OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO, NÃO COBRAMOS TAXAS DE DESPACHANTE PARA SERVIÇOS REALIZADOS DENTRO DO MUNICÍPIO ; As certidões e taxas da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL são por conta dos proponentes.
A partir de agora, você não precisará mais enfrentar toda aquela burocracia costumeira para adquirir seu imóvel e isso independente de você comprar ou não seu imóvel conosco.

Não faça negócio sem nos consultar.
Entre em contato: Tel.:(41) 3472-1388 / e-mail: efetiva@efetivaimoveis.com.br , ou pessoalmete em nosso escritório à Av. Curitiba, 1390 - Guaratuba-PR., e fale com um de nossos consultores.

http://www.efetivaimoveis.com.br/Link

Lula lança plano de habitação Minha Casa, Minha Vida.


Lula diz que plano vai reduzir déficit habitacional e criar emprego em momento de crise

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (25) que o plano de habitação Minha Casa, Minha Vida é “arrojado”. Além de ser uma medida para reduzir o déficit habitacional, destacou Lula, ele também é uma ação de enfrentamento da crise financeira internacional. De acordo com o presidente, o programa tem como meta gerar empregos.

“Esse é um programa arrojado, mais do que emergencial, como resposta ao enfrentamento da crise econômica mundial”, disse Lula, ao discursar no lançamento do programa, no Palácio do Itamaraty. O presidente assinalou que o plano vai resolver parte dos problemas de moradia de milhares brasileiros. Além disso, acrescentou, deverá gerar emprego e renda, movimentando mais economia.

Lula disse também que o programa não sofrerá falta de recursos. “Nesse programa, não vamos ter problema de gastar. Queremos gastar esse dinheiro o quanto antes”. O plano prevê um toral de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de moradias.

O presidente afirmou que será necessário criar um comitê gestor para acompanhar o plano e evitar atrasos na construção das moradias. Esse comitê, segundo ele, será formado por representantes de diversos setores, como dos empresários das construção civil, de movimentos sociais pela moradia, do governo federal e do Legislativo.

Fonte:Agência Brasil,leia mais em:http://www.agenciabrasil.gov.br/assunto_view/habita%C3%A7%C3%A3o

Imóveis: o passo a passo para obter financiamento


Um erro bastante comum entre as pessoas que estão procurando por imóvel é deixar para a última hora para providenciar toda a documentação necessária para levantar um financiamento imobiliário.É verdade que você já tem conta no banco há mais de dez anos, que já falou com o seu gerente, que obviamente lhe garantiu que tudo vai ser resolvido de forma rápida e eficiente, mas mesmo assim cabe a você se certificar de que todos os documentos necessários estão em ordem.
-Quando o financiamento atrasa.
Já pensou a frustração de encontrar o imóvel dos seus sonhos e perdê-lo para um concorrente porque o seu financiamento não saiu a tempo? Para evitar situações como esta, você deve entrar em contato com o seu banco, ou aquele em que pretende levantar o financiamento, para pesquisar custos, condições e prazos de concessão.Lembre-se que o seu gerente pode ter garantido que o financiamento sairia, mas não é ele quem dará a decisão final e você pode acabar tendo seu financiamento negado, ou apenas parte do valor que precisava liberado. Somente após ter tido o seu crédito pré-aprovado é que terá certeza absoluta de quanto poderá gastar com o imóvel. Ter o crédito pré-aprovado não significa levantar o financiamento e começar a pagar juros, mas apenas ter a certeza de que terá o dinheiro quando precisar, desde que é claro sua busca pelo imóvel não demore demais e as condições de mercado mudem significativamente.
-Etapas do financiamento
O processo de se levantar um financiamento imobiliário é demorado simplesmente porque envolve várias pessoas e etapas. Apesar dos processos em cada um dos bancos não ser exatamente igual, pode se dizer que de maneira geral eles incluem os seguintes passos:
1º-Proposta de financiamento
A primeira coisa a fazer é preencher e enviar a sua proposta de financiamento ao banco, os formulários em geral estão disponíveis nas próprias agências.
2º-Análise do seu crédito
Com base nos dados da sua proposta, o banco fará uma análise da sua capacidade de pagamento, isto é, se você realmente tem condições de arcar com os custos deste financiamento ou vai acabar fazendo parte do crescente grupo de inadimplentes. Além do formulário você provavelmente terá que apresentar outros documentos comprovando as informações que constam da proposta, como holerite, extrato bancário, comprovante de residência, etc. Em alguns casos é também é exigida a declaração de imposto de renda.Nos financiamentos é possível incluir a renda do cônjuge, do noivo ou dos companheiros em união estável poderão compor suas rendas no pedido de financiamento. A soma das rendas obtidas será usada para calcular o percentual de comprometimento de renda. Vale lembrar que os bancos permitem a soma das rendas, mas em geral exigem um mínimo individual. O Unibanco, por exemplo, exige que pelo menos um dos proponentes ao financiamento tenha renda superior a R$ 2.400,00.
3º-Avaliação do imóvel
O seu banco deve enviar um especialista para vistoriar e elaborar um relatório de avaliação do imóvel no qual você está interessado. O valor estimado na avaliação vai servir de parâmetro para determinar o valor do seu financiamento, além de determinar se o imóvel preenche os requisitos do financiamento, como não exceder o valor limite de financiamento, etc.
4º-Documentação
Uma vez determinado o valor do imóvel e confirmada sua capacidade de arcar com os encargos do financiamento, começa finalmente a etapa de coleta de documentos. Concluída a avaliação do imóvel você receberá uma relação dos documentos necessários para o andamento do processo, como documentos e certidões do vendedor, do imóvel e do comprador, por exemplo.Esses documentos serão usados pelo seu banco para análise jurídica do vendedor e do imóvel, avaliação do imóvel e requisição do FGTS à CEF, caso você tenha optado por usar os recursos do FGTS na compra do seu imóvel. Se não há utilização de FGTS, seu banco vai precisar de 10 dias úteis para a análise e conferência dos documentos, caso contrário, serão necessários cerca de 15 dias úteis. Além disso, você terá de arcar com as despesas de avaliação do imóvel, e em alguns casos com as despesas jurídicas.
5º-Análise jurídica
Assim que houver providenciado toda a documentação necessária começa o que chamamos de análise jurídica do financiamento, pois não basta você ter condições financeiras de comprar o imóvel e este estar em linha com as especificações do financiamento. É preciso analisar se a documentação do imóvel e do vendedor estão corretas. Somente através da análise jurídica que o banco confirma que não há riscos na compra do imóvel.
6º-Assinatura e Registro do Contrato
Se não forem encontradas restrições jurídicas na análise dos documentos e na avaliação do imóvel, o seu banco emitirá um contrato particular de compra e venda com financiamento, que tem força de escritura pública. Depois que você e o vendedor assinarem o contrato, você terá de tomar as seguintes providências:
Pagar o Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI), que é a alíquota fixada pelos municípios;
Levar o contrato para o Cartório de Registro de Imóveis, para registrar a efetivação da compra.
7º-Liberação de recursos
Concluídas as etapas acima você deverá enviar uma via do contrato registrado para que o seu banco libere o financiamento ao vendedor. Em geral, isso é feito através de depósito em conta corrente, ordem de pagamento ou DOC, em até três dias úteis após o recebimento do contrato registrado.Agora que você já tem uma noção mais clara das etapas e processos envolvidos na hora de levantar um financiamento imobiliário, já está pronto para fazer o mais difícil de tudo isto: pesquisar no mercado as melhores taxas e prazos de financiamento. Como em geral se tratam de valores altos, é preciso cuidado para não acabar entrando em um financiamento que compromete o seu orçamento futuro.



Fonte:http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_DINHEIRO_INFOUTIL_48224.shtml
por: Fernanda de Lima

Bancos dizem que não vão aumentar juros do crédito imobiliário




Recentemente alguns bancos anunciaram o aumento da taxa de juros para o financiamento de imóveis como resposta à crise financeira e seguindo uma tendência de mercado. Criticada por entidades do setor, a medida não foi seguida por todos os bancos.Esse é o caso do Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, que anunciaram que irão manter as taxas nos mesmos patamares. "Estamos acompanhando as oscilações do mercado com muita atenção, porém nossas operações estão sólidas. Portanto, entendemos que o momento não exige atualização de taxas", afirma o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander, José Roberto Machado.No Santander, as taxas de juro chegam a 13,4287% ao ano para imóveis residenciais de até R$ 350 mil, e 13,95% para aqueles com preços acima desse valor. Já no Banco Real, a taxa pode chegar a 11,5% ao ano para imóveis de até R$ 120 mil, de 11% para aqueles cujo valor varia de R$ 120 mil a R$ 350 mil, e 12% para aqueles com preço superior a R$ 350 mil.
Mais bancos sem mudanças
A Caixa Econômica Federal também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pretende alterar as taxas de juros. Atualmente, os juros para o financiamento de um imóvel de até R$ 80 mil pelo banco estão em até 8,16% ao ano. Já residências entre R$ 80 mil e R$ 350 mil tem juros de 8,66% ao ano.O HSBC é outro banco que não pretende alterar os juros, que atualmente estão em 12% ao ano (taxa de juros efetiva), sendo que, para imóveis de R$ 50 mil a R$ 150 mil, as taxas são diferenciadas, podendo variar de 7,70% a 11%.Já o Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que as taxas não sofreram alterações, e não há previsão de modificação. Na primeira instituição, os juros variam de 11,90% a 12,36%, e na segunda, a variação é de 8,5% para 12%. Fonte: InfoMoney
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Mercado imobiliário brasileiro está longe de abismo visto nos EUA, diz economista

20/10/2008


DEISE DE OLIVEIRA da Folha Online
O mercado imobiliário brasileiro está longe de cair no abismo criado pela crise financeira dos Estados Unidos, na avaliação do economista Eduardo Gianetti da Fonseca. Segundo ele, o único perigo aqui é uma parada súbita de capital de giro em projetos já em andamento.

Para Gianetti da Fonseca, a situação do mercado imobiliário no Brasil é "totalmente diferente" dos EUA, em que o setor esteve na raiz da crise financeira.

"O setor imobiliário está apenas começando o ciclo de expansão do crédito. Não existe bolha e inadimplência de mutuários. As empresas estão de modo geral capitalizadas. O quadro aqui é totalmente diferente", disse o economista, no 4º Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção, em São Paulo.

Ele advertiu, porém, para a dificuldade de empresas em ter capital de giro para projetos em execução. "Aqui, o único perigo é uma parada súbita de capital de giro em projetos em finalização. Mas é perfeitamente administrável. Até mesmo com algumas ações de bancos estatais. Não vejo ameaça de crise emergencial."

Entre as medidas governamentais possíveis, ele apontou a criação de oferta de seguro de crédito imobiliário e a redução do compulsório que incide sobre a caderneta de poupança, que compensaria as dificuldade de captação de recursos das empresas, como no lançamento de ações.
Segundo informou o secretário extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, ao colunista Guilherme Barros na Folha desta segunda-feira, o governo --assim como o setor privado-- já estuda a criação de seguro de crédito imobiliário. Conforme Appy, os estudos sobre o tema indicam para uma forma de garantir recursos para o crédito habitacional. A nova modalidade de seguro daria mais proteção ao credor contra a inadimplência. Desta forma, os financiadores poderiam reduzir juros e elevar o valor financiado dos imóveis.

Em entrevista para a Folha no último fim de semana, o ministro Guido Mantega (Fazenda) descartou problemas imediatos da construção civil, mas admitiu a necessidade de injeção de recursos para capital de giro no ano que vem. Segundo Mantega, serão mais R$ 3 bilhões além dos R$ 20 bilhões disponíveis para a Caixa Econômica Federal.

Para 2009, com a perspectiva de ritmo menor da expansão da economia brasileira, Gianetti da Fonseca afirmou que o setor da construção deverá passar por algum ajuste, como a revisão de programas muito agressivos de investimento.

"Em vez de crescer espetacularmente, provavelmente vamos crescer moderadamente. O setor precisa se preparar para isso. Não é o melhor dos mundos, mas é um cenário razoável"'

Neste novo cenário, Gianetti da Fonseca vê o encarecimento do crédito e prazos menores de financiamento. "As empresas vão ter mais dificuldade de levantar recursos, por exemplo, lançando ações. Todo acesso a capital do Brasil vai ficar durante um tempo um pouco mais restrito. Não vai sumir, mas vai encarecer. Mas o quadro ainda é positivo", acrescentou.

Fonte:Folha online
Leia mais

Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Quais as exigências para usar o FGTS na compra da casa própria

Ana Carolina Nogueira

A disponibilidade de informações sobre o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra e financiamento de imóveis é ainda muito escassa. A regulamentação está disponibilizada em apenas alguns sites, como o da Caixa Econômica Federal (CEF), mas as informações são desencontradas, e o tema ainda costuma levantar muitas dúvidas. Mas não se assuste, porque ele pode ser uma opção saudável para o seu bolso na hora de realizar o sonho da casa própria e dar um ‘adeus’ ao aluguel.

Hoje, para sacar recursos do fundo e comprar uma casa ou apartamento, o valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 350 mil. A taxa de juros anual varia de 5,5% e 7,6%, dependendo da sua renda mensal. Além disso, para quem tem renda mensal bruta acima de R$ 4,9 mil, a CEF criou no começo deste ano uma linha especial de financiamento. O empréstimo poderá chegar a até 85% do valor total do imóvel novo e 80% em caso de usado; os juros são de 8,66% ao ano e o prazo do financiamento de até 30 anos (360 meses).

O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). Segundo o consultor em finanças pessoais e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), Marcos Crivelaro, seria vantajoso poupar pelo menos metade do valor total do imóvel e financiar o restante em um prazo curto, por exemplo, de 10 anos, para não prejudicar o seu orçamento.

Saiba o que pode e o que não pode na hora de usar os recursos do fundo:

1 - Já possuo um imóvel, posso financiar outro utilizando recursos do FGTS?
Pode, desde que o primeiro imóvel tenha sido adquirido sem a ajuda do SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e seja em município diferente ao de sua residência ou de onde exerce sua ocupação principal, incluindo municípios vizinhos e região metropolitana. Também é necessário comprovar que já reside há pelo menos um ano na cidade onde pretende comprar o imóvel.

2 - Separei-me e a casa ficou para o meu cônjuge, posso financiar outro imóvel com recursos do fundo?
Pode, desde que legalmente o usufruto do imóvel seja do seu cônjuge e você atenda às demais exigências descritas acima.

3 - Posso utilizar o FGTS para adquirir um imóvel onde resido e administro algum tipo de comércio?
Sim, os recursos do fundo podem ser utilizados para aquisição de imóvel misto - residencial e comercial. Porém, o valor do empréstimo não pode ultrapassar o valor da parte residencial do imóvel.

4 - Já possuo uma quantia para comprar o imóvel. É possível utilizar recursos do fundo para complementar o valor restante?
Sim, desde que esta quantia não ultrapasse 40% do valor do imóvel.

5 - Financiei parte de um imóvel pelo Sistema Federal de Habitação (SFH). Posso usar o FGTS para amortizar o valor restante?
Pode, desde que atenda a todas as normas do SFH e do FGTS vigentes à época da assinatura do contrato e o pagamento das parcelas esteja em dia.

6 - Herdei um imóvel de um parente, posso financiar um outro imóvel com recursos do FGTS?
Pode, desde que o imóvel recebido por doação ou herança possibilite o usufruto vitalício em favor de terceiros.

7 - Posso financiar um imóvel comercial com o FGTS?
Não, o FGTS só pode ser utilizado para aquisição ou construção de imóvel urbano residencial.

8 - É possível utilizar o FGTS para reformas?
Não, a utilização de recursos do fundo é vetada para reformas, melhorias ou ampliação de imóveis já existentes.

9 - Posso utilizar o fundo para comprar um imóvel residencial para outros (familiares, dependentes ou terceiros)?
Não, a aquisição de imóvel deve ser feita somente para o comprador, podendo se estender também ao seu cônjuge.

10 - Utilizei o FGTS ano passado para adquirir um imóvel, mas não sou mais proprietário deste, posso adquirir outro utilizando recursos do fundo novamente?
Se o imóvel adquirido anteriormente com recursos do FGTS já foi vendido e, inclusive, a operação tenha sido registrada no Cartório de Registro de Imóveis, não existe carência para a utilização do FGTS para aquisição de outro imóvel.

Por outro lado, existe uma carência mínima de três anos em relação ao imóvel que foi objeto de utilização do FGTS. Isso quer dizer que o imóvel que foi comercializado com recursos do FGTS não pode novamente ser adquirido com utilização do FGTS antes daquele período.

Segundo o banco estatal, essa medida serve para impedir a utilização de forma fraudulenta dos recursos do fundo, ou seja, que várias pessoas simulem transações consecutivas de um mesmo imóvel para sacarem o saldo de suas contas.


fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2008/09/05/como_usar_o_fgts_para_comprar_um_imovel_1640589.html

Finaciamento X Consórcio

Existem algumas diferenças fundamentais entre o financiamento imobiliário, aquele que você consegue uma carta de crédito no banco e compra um imóvel à vista (você vai ficar devendo para o banco, mas a compra do imóvel é à vista) e o consórcio imobiliário, que nada mais é do que um grupo de pessoas que se juntam para auto-financiar a compra dos imóveis.
Por um lado, o custo final direto da aquisição de um imóvel através de financiamento é mais alto do que através do consórcio (basicamente, no financiamento são cobrados juros, enquanto que no consórcio é cobrada uma taxa de administração). Porém, por outro lado, no financiamento normalmente o interessado ocupa imediatamente o imóvel, enquanto que no caso do consórcio, o cliente pode ter que esperar vários anos.
Qual a melhor opção? Financiamento ou consórcio? Depende do perfil de cada comprador. Se você precisa de um imóvel imediatamente, o financiamento pode ser a melhor opção. Você vai pagar mais caro (prestações mais altas), mas vai ter um imóvel pronto para morar “imediatamente” (a menos que esteja comprando um imóvel em construção). No caso do consórcio, você pagará prestações menores, mas vai ter que arcar com os custos de moradia até o dia em que for sorteado, sem contar que pode haver um descompasso entre o valor da sua carta de crédito e o valor do imóvel que você havia planejado comprar anos atrás.
(fórum imobiliário)
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Casa própria será financiada na Imobiliária.


Publicada em 12/08/2008 às 23h28m por Mariana Sallowicz - Diário de S.Paulo/SÃO PAULO - Financiar a casa própria pela Caixa Econômica Federal deverá ficar mais rápido e menos burocrático a partir de outubro. O banco pretende lançar o "correspondente imobiliário", que irá permitir ao mutuário fechar o contrato diretamente com a imobiliária, sem precisar passar pelo banco. A novidade foi divulgada ontem, no segundo encontro de líderes do sindicato dos corretores (Creci), em São Paulo.O projeto piloto está em andamento em Belo Horizonte e São Paulo. "A idéia inicial era lançar em agosto, mas deixaremos para outubro. O corretor fará a entrevista com o cliente, juntará os documentos e ele não vai precisar ir à agência. Até mesmo o contrato será assinado na própria imobiliária", explicou o gerente regional de negócios da Caixa, Camilo de Lelis Goes.O gerente de habitação da Caixa, Luiz Carlos Previlato, acrescenta que o prazo para sair o financiamento deve cair de 25 dias (média hoje sem uso do FGTS) para 15 dias. "Terá o contrato fechado e os documentos prontos em um prazo bem curto", avalia. O objetivo do banco é descentralizar o trabalho e, dessa forma, ganhar em agilidade.O presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, resume: "as imobiliárias passam a ser como as lotéricas. O cliente utiliza como se estivesse indo na Caixa", resume. Na próxima semana, Viana Neto irá a Brasília solicitar que a avaliação dos imóveis seja feita também pelos corretores.
Imobiliárias parceiras
A Caixa fechará parcerias para oferecer a opção ao mutuário exclusivamente com as imobiliárias. Para fechar o negócio, os corretores receberão remuneração de 0,5% a 1,5% do contrato.Na semana passada foi lançada uma empresa em São Paulo que trabalhará nesses moldes, a Habix. O cliente avalia opções de financiamento de diversos bancos por meio da correspondente imobiliário.Fonte: Globo Onlinehttp://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2008/08/12/casa_propria_sera_financiada_na_imobiliaria-547712580.asp
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...