Bancos dizem que não vão aumentar juros do crédito imobiliário




Recentemente alguns bancos anunciaram o aumento da taxa de juros para o financiamento de imóveis como resposta à crise financeira e seguindo uma tendência de mercado. Criticada por entidades do setor, a medida não foi seguida por todos os bancos.Esse é o caso do Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, que anunciaram que irão manter as taxas nos mesmos patamares. "Estamos acompanhando as oscilações do mercado com muita atenção, porém nossas operações estão sólidas. Portanto, entendemos que o momento não exige atualização de taxas", afirma o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander, José Roberto Machado.No Santander, as taxas de juro chegam a 13,4287% ao ano para imóveis residenciais de até R$ 350 mil, e 13,95% para aqueles com preços acima desse valor. Já no Banco Real, a taxa pode chegar a 11,5% ao ano para imóveis de até R$ 120 mil, de 11% para aqueles cujo valor varia de R$ 120 mil a R$ 350 mil, e 12% para aqueles com preço superior a R$ 350 mil.
Mais bancos sem mudanças
A Caixa Econômica Federal também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pretende alterar as taxas de juros. Atualmente, os juros para o financiamento de um imóvel de até R$ 80 mil pelo banco estão em até 8,16% ao ano. Já residências entre R$ 80 mil e R$ 350 mil tem juros de 8,66% ao ano.O HSBC é outro banco que não pretende alterar os juros, que atualmente estão em 12% ao ano (taxa de juros efetiva), sendo que, para imóveis de R$ 50 mil a R$ 150 mil, as taxas são diferenciadas, podendo variar de 7,70% a 11%.Já o Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que as taxas não sofreram alterações, e não há previsão de modificação. Na primeira instituição, os juros variam de 11,90% a 12,36%, e na segunda, a variação é de 8,5% para 12%. Fonte: InfoMoney
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Imóveis:investimento sem risco.


Quem quer evitar risco deve investir em imóveis
Para quem não quer correr riscos, o economista Erivaldo Lopes, recomenda a aplicação em imóveis. “Os investimentos em imóveis no Brasil, por muitos anos será um setor seguro e sem previsão de crises, tal como iniciou a atual crise norte-americana”, destaca.Ele lembra que a relação do setor de imóveis com o PIB esta no patamar de 3,5% enquanto no México é 11%, no Chile 17% e na Espanha 46%. Isso demonstra que o setor ainda tem muito a crescer. O setor de construção civil, dada a estabilidade iniciada com o Plano Real tem a menor vulnerabilidade macroeconômica dos últimos anos. “A previsão para o setor é de crescimento na ordem de 6,5% em relação ao ano passado. Portanto, imóveis, sem dúvidas, são investimentos seguros”, garante Erivaldo Lopes.
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Mercado interativo


Em 9 de julho de 2008 inauguramos o blog da Efetiva Assessoria Imobiliária, que em breve terá um link no nosso site http://www.efetiva.imb.br/
Iniciamos nossas atividades no litoral paranaense em julho de 1993, sempre procurando centrar a excelência do serviço prestado no atendimento ao cliente. Nos primeiros meses de 1997 fomos a primeira empresa da região a oferecer os serviços de um site interativo para o mercado imobiliário. Durante os anos que se passaram sempre procuramos formas de interagir com os clientes por meio do site e outras mídias, pois consideramos que a opinião e a palavra do cliente é muito mais que um simples dado do mercado. Assim, demoramos, mas resolvemos deixar de usar a 'correria' como desculpa e inauguramos este espaço para interagir com o mercado imobiliário, e acima de tudo com as pessoas de carne e osso que passam por ele ou fazem dele parte permanente e inseparável de suas vidas. Até breve.

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Mercado imobiliário brasileiro está longe de abismo visto nos EUA, diz economista

20/10/2008


DEISE DE OLIVEIRA da Folha Online
O mercado imobiliário brasileiro está longe de cair no abismo criado pela crise financeira dos Estados Unidos, na avaliação do economista Eduardo Gianetti da Fonseca. Segundo ele, o único perigo aqui é uma parada súbita de capital de giro em projetos já em andamento.

Para Gianetti da Fonseca, a situação do mercado imobiliário no Brasil é "totalmente diferente" dos EUA, em que o setor esteve na raiz da crise financeira.

"O setor imobiliário está apenas começando o ciclo de expansão do crédito. Não existe bolha e inadimplência de mutuários. As empresas estão de modo geral capitalizadas. O quadro aqui é totalmente diferente", disse o economista, no 4º Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção, em São Paulo.

Ele advertiu, porém, para a dificuldade de empresas em ter capital de giro para projetos em execução. "Aqui, o único perigo é uma parada súbita de capital de giro em projetos em finalização. Mas é perfeitamente administrável. Até mesmo com algumas ações de bancos estatais. Não vejo ameaça de crise emergencial."

Entre as medidas governamentais possíveis, ele apontou a criação de oferta de seguro de crédito imobiliário e a redução do compulsório que incide sobre a caderneta de poupança, que compensaria as dificuldade de captação de recursos das empresas, como no lançamento de ações.
Segundo informou o secretário extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, ao colunista Guilherme Barros na Folha desta segunda-feira, o governo --assim como o setor privado-- já estuda a criação de seguro de crédito imobiliário. Conforme Appy, os estudos sobre o tema indicam para uma forma de garantir recursos para o crédito habitacional. A nova modalidade de seguro daria mais proteção ao credor contra a inadimplência. Desta forma, os financiadores poderiam reduzir juros e elevar o valor financiado dos imóveis.

Em entrevista para a Folha no último fim de semana, o ministro Guido Mantega (Fazenda) descartou problemas imediatos da construção civil, mas admitiu a necessidade de injeção de recursos para capital de giro no ano que vem. Segundo Mantega, serão mais R$ 3 bilhões além dos R$ 20 bilhões disponíveis para a Caixa Econômica Federal.

Para 2009, com a perspectiva de ritmo menor da expansão da economia brasileira, Gianetti da Fonseca afirmou que o setor da construção deverá passar por algum ajuste, como a revisão de programas muito agressivos de investimento.

"Em vez de crescer espetacularmente, provavelmente vamos crescer moderadamente. O setor precisa se preparar para isso. Não é o melhor dos mundos, mas é um cenário razoável"'

Neste novo cenário, Gianetti da Fonseca vê o encarecimento do crédito e prazos menores de financiamento. "As empresas vão ter mais dificuldade de levantar recursos, por exemplo, lançando ações. Todo acesso a capital do Brasil vai ficar durante um tempo um pouco mais restrito. Não vai sumir, mas vai encarecer. Mas o quadro ainda é positivo", acrescentou.

Fonte:Folha online
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Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil
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A importância do Corretor de Imóveis

A grande maioria das transações imobiliárias são concluídas através de empresas imobiliárias e/ou escritórios de um Corretor de Imóveis. Compete ao corretor de imóveis, exercer a intermediação na transação imobiliária, conforme consta na legislação que regulamentou a profissão (Lei 6.530/78 e Decreto 81.871/78).
Todas as empresas legalizadas têm o certificado de inscrição emitido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis- CRECI. O Corretor de Imóveis tem uma identidade e uma carteira profissional.
Todos esses documentos são emitidos pelo órgão ao verdadeiro profissional. Confira essa inscrição e, em casos de dúvidas, basta telefonar para o CRECI . Uma maneira fácil de verificar se você está tratando com profissionais legalizados, é através das publicidades, vez que todos eles são obrigados a colocar o número de CRECI em toda e qualquer publicidade ou impresso.
O Corretor de Imóveis tem a obrigação de assessorar as partes em toda a transação imobiliária, nunca omitindo dados que possam prejudicá-lo. Se houver problemas com o profissional ou com a empresa, você pode denunciá-lo junto ao CRECI.
Lembre-se que: Comprando através de inabilitados, corre-se o risco de se ter problemas com documentação e mesmo prejuízos financeiros, por falta de capacitação profissional ou mesmo má fé. Se a aquisição for feita com aventureiro, você não terá onde reclamar depois, pois se não é Corretor de Imóveis é um Contraventor Penal.

fonte:http://www.catenaecastro.com.br/news/a-importancia-do-corretor-de-imoveis
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