Rio - Pesquisa testa a praia como espaço democrático


Reza a lenda da carioquice que a praia no Rio é um espaço livre, onde num mesmo pedaço de areia é possível ver, lado a lado, convivendo harmoniosamente, o empresário e o office-boy, a socialite e a mulher do porteiro, a jovem funkeira do subúrbio e a garota antenada da Zona Sul.
Mas será que a orla da Cidade Maravilhosa tem mesmo ares tão democráticos? Para analisar mais este mito do comportamento carioca, O GLOBO foi a dez praias, da Zona Sul à Zona Oeste.
O resultado: os moradores da cidade seguem à risca o refrão de um funk que fez sucesso ano passado: todos podem ir à praia, mas, uma vez lá, permanece "cada um no seu quadrado". Ou melhor: cada um escolhe seu pedaço de areia.
A democracia com jeitinho carioca - em que todos podem ir à praia, mas a maioria procura não ultrapassar os limites da sua "praia" - pôde ser comprovada num teste feito com banhistas.
Das 210 pessoas que conversaram com os repórteres do GLOBO, a maioria (65,24%) admitiu que só gostava de ir a uma determinada praia. E 34,76% disseram que iam a várias.
Uma clara demonstração de que os cariocas acham as areias um espaço democrático, mas, na hora de escolher onde se bronzear e tomar água de coco, ainda preferem eleger um point e não se arriscar a fincar o guarda-sol em outras faixas de areia. Leia mais em Pesquisa comprova que praia é espaço democrático
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2009 Imóvel usado mais valorizado.


Está mais difícil conseguir desconto na negociação para compra de um imóvel usado. É o que revela a comparação entre as pesquisas de preços do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP) de janeiro de 2008 e a mais recente, de outubro do mesmo ano.De acordo com o levantamento de janeiro, o comprador que tentasse negociar a redução do preço de um imóvel usado em bairros de localização tão diversa como Freguesia do Ó, na zona norte, ou Cidade Ademar, na zona sul, poderia conseguir, em média, desconto de até 10,8%. Em outubro, na mesma região, o porcentual médio após a pechincha não ultrapassava 6,2%, segundo o Creci-SP. A exceção foi na região de bairros mais afastados do centro, como Vila Brasilândia, Campo Limpo e Capão Redondo, entre outros, onde o desconto concedido aumentou 26,6% (veja quadro).José Viana Neto, presidente do Creci-SP, afirma que a crise de crédito, que também atingiu o setor da construção civil, fez com que os consumidores se voltassem para os negócios com imóveis usados, em detrimento dos novos.Segundo dados da Empresa Brasileira de Análise de Patrimônio (Embraesp), organização especializada em consultoria imobiliária, em outubro deste ano, mês em que a crise já tinha reflexos na economia brasileira, foram lançados na capital 32 empreendimentos ante 46 contabilizados no mesmo mês do ano anterior, uma diferença de 30,4%. Luiz Paulo Pompeia, diretor de Estudos Especiais da Embraesp, afirma que, historicamente, o mês de outubro, assim como novembro e dezembro, costuma apresentar o maior número de lançamentos do ano. “Este ano, a crise financeira prejudicou o setor”, afirmou.A redução do número de lançamentos de imóveis fez com que as unidades usadas se valorizassem o que levou a um endurecimento no momento da discussão de preços, diz Viana Neto. “O proprietário percebe o aumento da procura e mantém ou sobe o preço.”CréditoViana Neto acredita que o mercado de imóveis usados também vai ser favorecido com a injeção de crédito programada pelo governo para enfrentar a crise, principalmente pela negociação facilitada. “Neste segmento, o preço nem sempre é prioridade”, observa.Roseli Hernandez, gerente de Locação da Lello Imóveis, acrescenta que o aluguel tornou-se novamente um bom investimento. “Isso faz com que os proprietários optem pelo aluguel caso não encontrem quem pague o que pedem”, diz.Segundo ela, o aluguel de unidades em áreas de maior procura na capital gira em torno de 0,7% a 1,2% do valor do imóvel.


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Ano novo,Site novo! (http://www.efetivaimoveis.com.br ) (Cadastrando imóveis)


Efetiva Assessoria imobiliária disponibiliza novo site já no início de Janeiro de 2009.Acesse : http://www.efetivaimoveis.com.br/ (estamos cadastrando os imóveis)Quando o site muda para um layout bonito e funcional, todos gostam e os internautas agradecem. Novas cores, formas, seguindo as novas tendências do mercado. Com um design novo, os erros do site antigo desaparecem e tudo funciona melhor,além disso potencialidades acrescidas que permitem uma consulta mais rápida e eficiente e com recursos que proporcionarão maior interatividade entre internautas e corretores da Empresa,esperamos estar prestando um serviço de melhor qualidade aos nossos clientes .

Bancos dizem que não vão aumentar juros do crédito imobiliário




Recentemente alguns bancos anunciaram o aumento da taxa de juros para o financiamento de imóveis como resposta à crise financeira e seguindo uma tendência de mercado. Criticada por entidades do setor, a medida não foi seguida por todos os bancos.Esse é o caso do Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, que anunciaram que irão manter as taxas nos mesmos patamares. "Estamos acompanhando as oscilações do mercado com muita atenção, porém nossas operações estão sólidas. Portanto, entendemos que o momento não exige atualização de taxas", afirma o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander, José Roberto Machado.No Santander, as taxas de juro chegam a 13,4287% ao ano para imóveis residenciais de até R$ 350 mil, e 13,95% para aqueles com preços acima desse valor. Já no Banco Real, a taxa pode chegar a 11,5% ao ano para imóveis de até R$ 120 mil, de 11% para aqueles cujo valor varia de R$ 120 mil a R$ 350 mil, e 12% para aqueles com preço superior a R$ 350 mil.
Mais bancos sem mudanças
A Caixa Econômica Federal também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pretende alterar as taxas de juros. Atualmente, os juros para o financiamento de um imóvel de até R$ 80 mil pelo banco estão em até 8,16% ao ano. Já residências entre R$ 80 mil e R$ 350 mil tem juros de 8,66% ao ano.O HSBC é outro banco que não pretende alterar os juros, que atualmente estão em 12% ao ano (taxa de juros efetiva), sendo que, para imóveis de R$ 50 mil a R$ 150 mil, as taxas são diferenciadas, podendo variar de 7,70% a 11%.Já o Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que as taxas não sofreram alterações, e não há previsão de modificação. Na primeira instituição, os juros variam de 11,90% a 12,36%, e na segunda, a variação é de 8,5% para 12%. Fonte: InfoMoney
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Imóveis:investimento sem risco.


Quem quer evitar risco deve investir em imóveis
Para quem não quer correr riscos, o economista Erivaldo Lopes, recomenda a aplicação em imóveis. “Os investimentos em imóveis no Brasil, por muitos anos será um setor seguro e sem previsão de crises, tal como iniciou a atual crise norte-americana”, destaca.Ele lembra que a relação do setor de imóveis com o PIB esta no patamar de 3,5% enquanto no México é 11%, no Chile 17% e na Espanha 46%. Isso demonstra que o setor ainda tem muito a crescer. O setor de construção civil, dada a estabilidade iniciada com o Plano Real tem a menor vulnerabilidade macroeconômica dos últimos anos. “A previsão para o setor é de crescimento na ordem de 6,5% em relação ao ano passado. Portanto, imóveis, sem dúvidas, são investimentos seguros”, garante Erivaldo Lopes.
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