IBOPE Inteligência revela as tendências do mercado imobiliário em São Paulo e Rio de Janeiro


Pesquisa mostra que 22% das famílias cariocas e 27% dos paulistas têm intenção de comprar um imóvel

O IBOPE Inteligência apresenta ao mercado um novo levantamento da pesquisa Tendências Imobiliárias, que traz informações estratégicas para o mercado imobiliário. A pesquisa representa o universo de aproximadamente dois milhões de famílias residentes na Grande São Paulo e um milhão de famílias na Grande Rio de Janeiro pertencentes às classes A, B e C1, que são aquelas com maior potencial para adquirir imóveis.

Os resultados mostram que 22% das famílias do Rio de Janeiro e 27% das famílias de São Paulo - das classes A, B e C1 - têm intenção de adquirir um imóvel. Em São Paulo, 40% das famílias moram em imóveis alugados e outros 12% dividem o imóvel com pais e outros parentes. No Rio de Janeiro 38% pagam aluguel e 13% dividem a moradia.

Com relação ao tipo de imóvel desejado (casa ou apartamento), os consumidores se dividem claramente, de acordo com seu poder aquisitivo. Famílias de maior renda (classes A e B1) declaram-se mais interessadas em comprar apartamentos, enquanto os consumidores de renda média preferem casa.

A necessidade de mais espaço e liberdade são apontadas como as maiores razões para compra de uma casa. Há, contudo, grande preocupação com a questão da segurança. Dentre os interessados em adquirir apartamentos, a segurança figura como o fator de maior importância, com 81% de prioridade em São Paulo e 79% no Rio de Janeiro.

Apenas 9% dos consumidores paulistas e cariocas pretendem comprar um imóvel na planta. Os demais irão buscar imóveis prontos, usados ou recém-construídos.

Quanto às características do imóvel, a preferência das famílias é por imóveis com dois quartos (53% em São Paulo e 60% no Rio), dois banheiros (61% em cada cidade pesquisada) e uma vaga na garagem (47% em São Paulo e 68% no Rio de Janeiro).

Sobre as características do prédio, chama a atenção o fato de piscina e sauna não mais se destacarem entre as preferências para o consumidor. De acordo com a pesquisa, em São Paulo, piscina e sauna são valorizados por 34,5% e 21% das pessoas, respectivamente. No Rio, 32% das pessoas acham importante ter piscina no condomínio e 24% sauna.

Novidades do Tendências Imobiliárias 2010

O Tendências Imobiliárias 2010 traz informações detalhadas sobre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e também os municípios de São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André e Osasco, além de Nova Iguaçu e Niterói.

O estudo possui, ainda, instrumento para visualização e estimativa do número de compradores em cada subdistrito imobiliário definido pelo IBOPE. A íntegra da pesquisa Tendências Imobiliárias é fornecida para o mercado através de um software, facilitando a consulta e permitindo buscas temáticas, visualização dos mapas e impressão de relatórios.

O relatório detalha todos os atributos do imóvel e da região que os consumidores mais valorizam. Por ser uma pesquisa representativa da população, permite que os empreendedores trabalhem com os atributos e motivações que são efetivamente prioritários para o consumidor das diferentes classes e locais de residência.



Fonte: Notícias Ibope em 08/12/2009 >> http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=E104E11B18798324832576860050EB71


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Guaratuba pode ter R$ 50 milhões no PAC das Cidades Históricas

Dom, 15 de Novembro de 2009 11:17
Guaratuba poderá ter investimentos de R$ 50 milhões em decorrência do PAC das Cidades Históricas se conseguir o engajamento da sociedade.

O montante inclui recursos do governo federal, do governo estadual e do município e de investidores privados em projetos como uma base náutica pública na baía, teleféricos, mirantes, programas voltados ao artesanato, criação de um museu e de uma escola de artes, resgate da história, da cultura e das lendas, criação de novos roteiros turísticos e diversas obras de urbanismo. Do centro histórico à extensa área rural, passando pelas orlas da baía e da praia, todo município é contemplado no projeto de Guaratuba.
O Município está bem embasado no Plano de Ação que terá de ser encaminhado à Brasília. De acordo com o cronograma do PAC, prefeituras, governos estaduais e governo federal deverão consolidar o acordo de parceria. No dia 16 de dezembro os planos de ação de cada cidade deverão estar concluídos.
Guaratuba conta com uma equipe empenhada no projeto, que poderá representar uma grande mudança na democratização dos espaços públicos e na atividade do turismo, contribuindo com o foco central do PAC, a inclusão social.

A segunda audiência pública do PAC das Cidades Históricas em Guaratuba, quarta-feira (11) mostrou que o município está longe de alcançar a participação da sociedade, um dos pilares do programa do governo Lula. Apenas um empresário, Gustavo Socachewsky, do Hotel Santa Paula, compareceu. Isto não impediu a apresentação dos projetos.

No Paraná também estão incluídas no PAC Antonina, Castro, Lapa, Morretes e Paranaguá. Todas estão a frente de Guaratuba nos processos de tombamento do patrimônio histórico. Mas na disputa dos recursos de R$ 890 milhões que serão destinados a 173 municípios até 2012, Guaratuba tem algumas vantagens.
A cidade conta com um diagnóstico amplo e detalhado iniciado há mais de dois anos. Trata-se de um levantamento histórico, cultural e natural de Guaratuba desenvolvido pelo arquiteto Fabiano Gebert.
Parte do trabalho deu origem ao Projeto de Revitalização do Centro Histórico que foi entregue à prefeita Evani Justus em fevereiro deste ano, cerca de um mês depois de sua posse e antes do lançamento do programa federal.
Desde então, Gebert passou a trabalhar junto com os diretores municipais de Cultura, Maria do Rocio Bevervanso, e Turismo, Mário José Natalino, na elaboração do plano de ações. Natalino participou, dia 14 de agosto, da Oficina do PAC realizada em Brasília pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No dia 2 de setembro, os três realizaram a primeira audiência pública, que atraiu aproximadamente 30 pessoas entre vereadores, empresários e funcionários da prefeitura.

Resumidamente, o plano consiste na delimitação territorial do Centro Histórico, dos fluxos e circulações na região, estudos sobre o relevo e evolução da ocupação Territorial, da constatação do pouco uso dos espaços públicos e uma análise da orla da baía de Guaratuba na região central.
O plano detalha o zoneamento urbano, a vocação turística do município e questões como transporte e coleta do lixo. Também demonstra que Guaratuba tem mais de 90% de sua área sobre proteção ambiental. Isto justificou a inclusão de todo o seu território no plano de Guaratuba para o PAC.

No diagnóstico local, são apresentadas pelo menos três dezenas de edificações com valor histórico e arquitetônico, todos em processo de descaracterização e sob risco de desaparecerem.
Fundado em 1771, o município tem apenas dois prédios tombados, a Igreja Matriz (pelo patrimônio nacional) e a sobrado Müller, ou Casarão do Porto (pelo patrimônio estadual).

Entre as sugestões colhidas na primeira audiência pública, destacam-se:

•Ações de resgate da história e da cultura local.
•Resgate e pesquisa dos contos e lendas existentes no município.
•Pesquisa sobre a culinária (modos de fazer) desde a época colonial.
•Incentivo e fortalecimento ao artesanato.
•Projeto de proteção aos sambaquis existentes no município.
•Projeto de estruturação da antiga Rua da Praia – Baía de Guaratuba.
•Paisagismo nos atrativos turísticos.
•Revitalização da orla – Avenida Atlântica.
•Criação de museu.
•Construção de atracadouros e piers na orla da Baía de Guaratuba junto ao centro histórico.
•Projeto e construção de base náutica para roteiros de turismo e embarcações.
•Construção e criação de uma escola de artes.
•Revitalizar e criar o roteiro das cinco fontes existentes no centro.
•Projeto de roteiro turístico na praia de Caieiras: Vapor São Paulo.
•Projeto de mirantes e/ou teleféricos sobre os morros do Espia Barco, do Pinto e Morretes.



Fonte:Correio do Litoral.com / http://www.correiodolitoral.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1408:guaratuba-pode-ter-r-50-milhoes-no-pac-das-cidades-historicas&catid=36:turismo&Itemid=56

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Tire suas dúvidas sobre medidas de superfície.

Tabelas de conversão

Métrico/ Imperial

1 milímetro = 0.0394 polegadas
1 centímetro= 0.3937 polegadas
1 metro = 1.0936 jardas
1 quilômetro= 0.6214 milhas

Imperial/ Métrico

1 polegada = 2.54 centímetros
1 pé = 0.3048 metros
1 jarda = 0.9144 metros
1 milha = 1.6093 quilômetros


Medidas de Superfícies

Área



1 are =100 metros quadrados
1 acre =4.047 metros quadrados
1 acre =0,4047 hectares
1 hectare =10.000 metros quadrados
1 alqueire paulista =2,42 hectares
1 alqueire mineiro =4,84 hectares
1 alqueire baiano =9,68 hectares
1 alqueire do norte =2,72 hectares


Alqueire - unidade de medida de superfície agrária equivalente em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás a 10.000 braças quadradas (4,84 hectares), e em São Paulo a 5.000 braças quadradas (2,42 hectares).

Hectare - de hect(o) mais are - unidade de medida agrária, equivalente a 100 ares ou 1 hectômetro quadrado.

Nomenclatura abreviada:
hectare = hec = ha - Em metragem 1 hectare = 10.000m² (medida padrão internacional).

1 alqueire Goiano = 48.400m² = 4,84 ha
1 alqueire Paulista = 24.200m² = 2,42 ha
1 alqueire do Norte = 27.225m² = 2,72 ha *
1 alqueire Baiano = 96.800m² = 9,68 ha
1 alqueirão* = 193.600m²= 19,36 ha - Estado de Cabrália**
1 alqueire Mineiro = 48.400m² = 4,84

* Obs: O alqueire de 27.225 m² é o alqueire Fluminense - equivalente a 75 x 75 braças. Agradecemos informação.

** Alqueirão - é a medida utilizada em uma região que compreende o Estado de Cabrália (hipotético). É equivalente a 4 alqueires mineiros tradicionais. Cabrália seria fruto da divisão do extremo sul da Bahia e norte-nordeste de Minas Gerais, uma idéia dos tempos do Império. Nesta região usa-se também a medida de 80 medidas de milho como 1 'alqueirim' equivalente também a 48.400m².

Alqueire pode ainda ser unidade de medida de capacidade para secos, equivalente a 36,27 litros ou a quatro 'quartas'. E também, no Pará, usa-se como medida de capacidade correspondente a dois paneiros ou a cerca de 30 quilos.

Tarefa - medida agrária constituída por terras destinadas à cana de açúcar e que no CE equivale a 3.630m², em AL e em SE a 3.052m² e na Bahia a 4.356m².

Braça - do latim brachia - plural de brachin (braço). Antiga unidade de medida de comprimento, equivalente a 10 palmos ou seja 2,2ms (Brasil). Palmo = 8 polegadas = 22 cm. Braça também é unidade de comprimento do sistema Inglês equivalente a cerca de 1,8ms.

Braça quadrada (brasileiro) - medida agrária que se usa em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e igual à tarefa, de Alagoas e Sergipe: 3.052m² (1 braça = 2,2 m || 30 braças = 66 ms || 30 x 30 braças =4.356m² = braça quadrada).

TAREFA BAIANA: Corresponde a uma área de 30 x 30 braços. Portanto uma tarefa é igual a 4.356m². Recomenda-se cuidado, pois existem outras medidas de tarefas em outros estados. Esta é a usada na Bahia.


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Pesquisa revela mudança no perfil do corretor de imóveis e no mercado.

SÃO PAULO - Com mais mulheres atuando na corretagem de imóveis e o nível de escolaridade cada vez mais alto, o perfil do profissional da área mudou significativamente, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).

A mudança marca um novo momento para o mercado imobiliário, com a tendência ativa de relacionamento com os clientes.

Sobre a profissão
A profissão foi criada em 1962, com o reconhecimento do Congresso Nacional, que a regulamentou por intermédio da Lei nº 4.116/62. A partir daí, o diploma passou a ser exigido no mercado de trabalho.

Mais tarde, surgiram os cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de Negócios Imobiliários. Além disso, o Cofeci passou a admitir a inscrição de formandos que se diplomarem nessa graduação nos CRECIs (Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis).

Conhecimento
Os profissionais que atuam nessa área ainda costumam ser formados em Publicidade, Marketing e Engenharia, possuem domínio de ao menos uma língua estrangeira e total conhecimento das redes sociais. A profissão tem mudado de forma contínua. Por exemplo, a internet tornou-se ferramenta fundamental nesse setor.

"Uma importante parte das vendas concretizadas inicia-se por intermédio da internet", explica Alexandre Melaão, sócio-diretor da Five, empresa que atua com planejamento imobiliário. "Por esse contato virtual, o cliente esclarece suas dúvidas com o corretor e conhece as dependências do imóvel que é oferecido. Somente na hora de concretizar o negócio é que acontece a visita ao local".

Ainda segundo ele, a prospecção pela internet alcança os clientes certos, com interesse justamente naquele padrão do imóvel à venda.

A internet é uma vantagem no que se refere ao tempo, uma vez que as pessoas têm cada vez menos tempo para visitar as propriedades e avaliá-las. Nesse caso, as redes sociais possibilitam o contato direto com o cliente, além de oferecer um canal eficiente de informações. Porém, é importante que o profissional tenha informações precisas sobre o produto que coloca no mercado. Estar atento às novas tendências do mercado também é fundamental, pois isso pode trazer grandes oportunidades de negócios para o mercado.

Fonte:InfoMoney
Por: Karin Sato
02/10/09

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Cidade pequena vira opção para Construtoras.

O mercado da construção foi pego de surpresa sobre a inclusão das cidades com menos de 50 mil habitantes no programa federal “Minha Casa, Minha Vida” (PMCMV), cuja formalização aconteceu com a publicação do Decreto n. 6.962, há uma semana.

Conforme o Decreto, o Governo Federal, por meio da administração dos recursos pelo Ministério das Cidades, destinará ainda o subsídio de R$ 1 bilhão para esse perfil de cidades, pelo PMCMV. Conforme dados de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o território nacional possui 4.976 cidades com menos de 50 mil habitantes.
De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), um dos pontos do novo decreto é que o recurso, administrado pelo Ministério das cidades, será distribuído para outras instituições financeiras, além da CEF e do Banco do Brasil (BB), por leilão. Portanto construtoras e prefeituras deverão correr atrás das instituições vencedoras desses pregões.
Especializada na construção de unidades econômicas, a Tenda informou que, tendo conhecimento da inclusão do grupo de municípios ao PMCMV, dará início aos estudos de viabilidade para atuar nessas cidades. Já a Camargo Corrêa, representada na construção para o segmento econômico residencial pela HMengenharia, cujo foco é o Estado de São Paulo, afirma que a atuação do grupo nessas cidades ainda é objeto de estudos.
Sobre o interesse de atuar nos municípios, a Camargo Corrêa informou que aguardará a divulgação das condições do programa, como os limites de financiamento da Caixa e as contrapartidas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) de São Paulo.
Para o diretor de Incorporação da Bairro Novo, Daniel Ruman, é necessário haver margem de lucro para enfrentar uma obra nas pequenas cidades. “Eu escutei comentários que os imóveis para essas cidades, quando aprovada a inclusão no programa, teriam valor mais baixos. Se isso se realizar, não existiria margem para construção em grande escala.”
A Bairro Novo é a empresa responsável pelas obras residenciais econômicas da Odebrecht. Sua produção é feita em grande escala, com a construção de, no mínimo, 1.000 edificações. Ruman afirma que a empresa pretende atuar no grupo de cidades “quando for viável”.
“Temos de levar em consideração as nossas diretrizes de construção, pois não vamos atuar em cidades em que não possamos construir menos que o nosso mínimo”, destaca.
O executivo observa, por outro lado, que um ponto abre o caminho para a Bairro Novo atuar em algumas dessas cidades. “Como a Odebrecht atua em algumas regiões [dos pequenos municípios] com engenharia e construção pesada. Isso melhora o nosso caminho”, pontua.
“Será necessário avaliar quais serão os incentivos do Governo Federal oferecidos para as empresas do setor da construção”, destaca Ruman. Ele enfatiza que é menos provável a existência de um déficit habitacional interessante, para as grandes construtoras, de famílias entre 3 e 10 salários mínimos.
Contrária
Uma das líderes do setor de empreendimentos para o segmento de baixa renda, a MRV afirmou ao DCI que por enquanto não atuará nas cidades com menos de 50 mil habitantes. A empresa, por meio de nota, afirma não construir em municípios com menos de 200 mil habitantes. Aos questionamentos sobre os motivos de não atuar nesse grupo de cidades, a MRV, por nota, alegou não poder atender porque o representante responsável estava fora do País.
Cidades
Muitos municípios do interior do País, apesar de serem menores, têm grande importância na economia de seu estado. Além de estarem próximos de regiões que são polos agrícolas ou industriais, essas regiões começam a se destacar no cenário nacional. Exemplos são as cidades de Jales e Piedade (SP) e Guaxupé (MG), que, conforme o IBGE, estão entre as 10 mais próximas dos 50 mil habitantes. Jales, com 49.996 moradores, o déficit habitacional calculado pelo Fundo Social e de Solidariedade é de 5.000 moradias.
Piedade, com 49.508 habitantes, a Secretaria Municipal de Habitação informou que o déficit é de 4.100 edificações. O presidente da Empresa Municipal de urbanismo de Guaxupé, Luiz Henrique Marques, vê no cadastro da cidade, com 49.719 habitantes, pedidos de 2.400 moradias.
Imóveis
Entre as imobiliárias que atuam no interior paulista, uma das que têm obtido sucesso é a Imóveis Casa Verde, com sede em Mirassol (SP). Com 31 unidades, ela atua ainda em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Ano passado, ela teve faturamento 40% superior a 2007 e a previsão para 2009 é crescimento de 20%.
Até o final desse ano a empresa pretende abrir uma loja em São José dos Campos, a segunda em Americana e uma em Londrina (PR). Em Campinas foi inaugurada recentemente a 5ª loja. A nova unidade tem mais de mil metros quadrados, onde foi montado um amplo showroom com diversos ambientes que mostram as últimas tendências em móveis, decoração e planejados, e contou com investimentos de R$ 500 mil.
No interior do Estado de São Paulo, além de Campinas, há lojas em Americana, Araraquara, Bauru, Bebedouro, Botucatu, Catanduva, Franca, Jundiaí, Limeira, Lins, Marília, Mirassol, Mogi-Guaçu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Carlos e São José do Rio Preto.
O diretor-geral da Móveis Casa Verde, Ricardo Ricardi, disse que o sucesso de expansão da rede mesmo durante a crise deve-se ao bom atendimento, à diversidade de produtos, e à inovação em novos lançamentos. “Foi muito pouco o abalo que nós sentimos com essa crise. Sempre que tem uma crise no País, a gente procura crescer, pois nesses momentos podemos pensar mais, corrigir nossos erros e tentar melhorar”, diz. Segundo Ricardi, a rede diversifica seu portfólio de produtos e investe no segmento de móveis planejados.

- DCI - 28/09/09


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