Família Vivere Parvo - História


É CADA VEZ MAIS COMUM OUVIR HISTÓRIAS DE PESSOAS QUE LARGARAM TUDO NA CIDADE PARA MORAR NA PRAIA OU NO CAMPO EM BUSCA DE UMA VIDA MAIS SIMPLES E QUALIDADE DE VIDA. AGORA VOCÊ VAI CONHECER A HISTÓRIA DE UMA FAMÍLIA QUE REALIZOU ESSE SONHO MUDANDO-SE PARA O LITORAL DO PARANÁ.

Há cerca de dez anos, quatro famílias de Brasília decidiram abandonar a capital federal para viver no meio da mata atlântica no Paraná.
Saiba mais no site  http://www.abelezadetodasascoisas.com.br/2009/01/discover-dr.html








Elas no comando: comprar imóvel é coisa de mulher

As mulheres reparam em detalhes que os homens dificilmente percebem e são elas que dão a palavra final



Normalmente elas procuram em um apartamento praticidade, segurança e área de lazer


A mulher conquistou o mercado de trabalho, se qualificou e ganhou o poder de decisão, sobretudo na hora das compras. Segundo dados do Data Popular, empresa especializada em pesquisas de mercado, são elas que mandam no planejamento das férias em 82% das situações, decidem sobre o que o casal vai comer em 86% dos casos e escolhem a roupa que o parceiro vai usar em 77% das vezes. Quando se trata de decidir sobre o imóvel em que a família vai morar, a palavra final também é delas.


Leandro Palmeira, diretor comercial da GIVE Imóveis explica que esse poder de decisão das mulheres fica bastante evidente quando o assunto é a compra da casa ou apartamento novo. Na maioria das vezes é a mulher quem dá a palavra final. Ela é a que mais entende de casa e repara em detalhes que os homens dificilmente percebem. “Dentro do negócio imobiliário, o homem em geral se preocupa mais em pagar as prestações. No caso das mulheres, a atenção aos detalhes é maior”, conta ele.


Mas o que as mulheres querem?
Saber o que uma mulher quer na vida é uma pergunta que nem Freud conseguiu responder, mas quando se trata da casa própria, Leandro Palmeira tem a resposta: para ele, o que a mulher procura em um apartamento é praticidade, segurança e área de lazer. “A maioria das mulheres trabalham fora e, por isso, buscam um imóvel prático para não perderem o tempo destinado ao descanso com organização e manutenção da casa”, diz.

O imóvel ideal para a mulher é aquele que atende as necessidades e se encaixa nas condições financeiras da família. Todavia, Palmeira deixa claro que apesar de o poder de decisão na compra do imóvel ser da mulher, essa aquisição é do casal, portanto o homem não é excluído do processo, mas se a mulher não gostar, a família não compra.

Parece que o famoso jargão masculino que diz “A última palavra lá em casa é minha: ‘sim, senhora’” tem mesmo um fundo de verdade.


Fonte: Exame.com

A VENDA DE IMÓVEIS PARCELADA.

   

Com as inovações do Novo Código Civil, voltamos a nos deparar com a necessidade de rever nossos conceitos a respeito dos contratos. No mercado imobiliário, utilizávamos em larga escala um tipo específico de contrato para formalizar as vendas feitas em prestações continuadas “a prazo”. Para este, existia a Escritura de “compra e venda com Pacto Comissório”. Este tipo específico, já não está mais previsto no novo Código, apesar de que no antigo, também era uma  espécie  de cláusula resolutiva, solução adotada pela legislação civil atual. Ou seja, na realidade o Pacto Comissório não é mais usado, mas  a condição resolutiva do negócio persiste- que nada mais é – que a possibilidade de distrato do negócio, pelo não pagamento das prestações assumidas pelo comprador.
Entretanto, apesar de que aparentemente nada mudou,  aqui começa uma nova história contratual, saímos do modelo engessado, imposto pelo Código de 1916, onde a lei tudo determinava para uma nova codificação. Essa nova forma legal é  mais aberta, visto que da ampla liberdade para se contratar, sempre dentro dos princípios básicos, de probidade, equilíbrio contratual e boa fé, estabelecidos no novo código. Assim, as bases para contratação de venda a prazo continuam, dando plenas garantias para quem vende, pois a esse incorre o maior risco neste tipo de negócio, principalmente com a outorga da posse.
O comprador, deverá ter a consciência de que, na hipótese de não conseguir honrar com o contrato assumido, o negócio será desfeito, cabendo-lhe arcar com as perdas e danos, normalmente em torno de 10% das quantias pagas. Como vendedor, deve-se ter plena consciência de que na hipótese de inadimplência do comprador, e o negócio sendo desfeito, ao vendedor caberá o ressarcimento pelos danos e prejuízos comprovadamente sofridos. Mas atenção: não se permite a qualquer das partes que se obtenha ganho ou lucro, ensejando “enriquecimento sem causa”, com o desfazimento do negócio.
Entretanto, se permite que, as partes estabeleçam no contrato todas as condições do negócio, bem como as multas moratórias, compensatórias ou penalidades aquele que deu causa ao desfazimento do negócio. Destaque-se aqui novamente o “equilíbrio” e o bom senso neste momento, evitado-se as cláusulas abusivas.
A legislação dá as partes ampla liberdade para este exercício, o judiciário somente irá interferir se houver desequilíbrio na relação negocial. Desta forma, mais do que nunca, as partes devem estabelecer os parâmetros a serem seguidos desde o início da negociação até após sua conclusão.
Portanto,  a receita pronta de contratos parcelados de venda de imóveis foi extinta. Cada caso deve ser, exaustivamente negociado entre as partes, para que venha retratar  a realidade do negocio formalizado. Isso poderá ser feito com o auxilio do Tabelião de notas que é um profissional neutro e imparcial, a quem cabe orientar as partes e equacionar  os direitos e deveres dos contratantes.

*Autor: Ângelo Volpi Neto( Titular do 7o. tabelionato – Volpi)

O que torna a presença do corretor de imóveis indispensável na negociação?

Nas transações imobiliárias, o corretor tem a qualificação necessária para analisar o mercado e orientar ao cliente quanto à valorização do imóvel e documentação.


(...)



O Superintendente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), Ricardo Mendes, atenta que os corretores de imóveis são os únicos capacitados a opinarem quanto ao valor de mercado de determinado imóvel, seja para locação ou venda.




“São profissionais que conhecem a fundo o mercado imobiliário onde atuam, estando sempre atentos a todos os fatores de valorização ou depreciação de cada bem, individualmente. Além disso, estes profissionais detêm informações sobre potenciais investidores e sobre o público alvo para cada imóvel ofertado, o que tornam mais eficazes as transações imobiliárias”, ressalta.

Leia mais no site da Redimob abaixo







Veja idéias para deixar sua casa mais saudável

Casa-vitrine, cheia de objetos bonitos, não é sinônimo de "casa saudável". A expressão é empregada na geobiologia, que estuda o impacto dos ambientes no homem.



"Estudos comprovam que as cores das paredes, a altura do teto, a iluminação e os produtos químicos usados na limpeza são determinantes para a saúde", diz Allan Lopes, fundador do Instituto Brasileiro de Geobiologia.
"Mas nunca pensamos que estamos cansados porque o teto do escritório é baixo e a luz é clara."
Para a arquitetura, imóvel vivo começa na boa estrutura e inclui espaços integrados, de forma que todos os ambientes sejam aproveitados. Cômodo vazio, além de desperdício, é sinal de que o lugar não atrai.
Usar todos os espaços também é uma das 12 regras em "A Casa Terapêutica", livro que ensina a aumentar a saúde do lar. Outra regra é não abusar da monotonia branca nas paredes --com a qual concordam os especialistas ouvidos aqui (eles dão, a seguir, seus truques para deixar a casa "sarada").
Para a escritora Letícia Braga, autora de "O Prazer de Ficar em Casa" (Casa da Palavra, 80 págs.,R$ 16), deixar o ambiente mais convidativo requer mais esforço do que dinheiro. "Muita gente escolhe materiais sintéticos e sem graça para ter menos trabalho. Mas devemos ter trabalho, não? Devemos querer cuidar da nossa casa, passamos boa parte do tempo lá."


                                 Daniel Marenco/Folhapress
Banheiro-delícia, em São Paulo; projeto é uma criação coletiva de Guto Requena, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai
Banheiro-delícia, em São Paulo; projeto é uma criação coletiva de Guto Requena, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai


                                                                          

SINCRONIZE LUZ E RITMO BIOLÓGICO

Casa bem iluminada não é só uma questão de decoração. Luz e sombra têm relação direta com ritmo biológico.
"Associamos tons amarelados e alaranjados do entardecer com o repouso e branco e azul com um estado maior de atividade. Essa é uma pista para determinar o que é aconchegante", diz Gilberto Franco, arquiteto especialista em iluminação.
Pensando nisso, aproveite a iluminação natural e prefira lâmpadas de cores quentes para salas e quartos (há lâmpadas fluorescentes amarelas). Em lavanderias e cozinhas, as brancas vão bem. Permitir a variação de luminosidade também é bom.
Coloque mais de um ponto de luz em cada cômodo. Não economize em luminárias, que suavizam e mudam o tom da luz. Instale interruptores (dimmers) que dosam a luminosidade ou, em um mesmo ambiente, coloque várias luzes independentes.



EVITE PERSIANAS TIPO 'CONSULTÓRIO'

Persianas de metal e estofados de tecidos sintéticos são funcionais, mas deixam a casa com cara de consultório médico. Nem sempre o que é mais fácil de limpar é confortável. Procure almofadas, cortinas e sofás com apelo tátil, gostosos de pegar. "Fibras naturais são mais convidativas", diz o arquiteto Maurício Arruda.
Lençóis de algodão são mais fofos do que os de microfibra, assim como os sofás de tecido ou couro.
Quem tem algum tipo de alergia respiratória e quiser fugir do poliéster antialérgico pode investir em tapetes feitos com fibras de garrafa pet, fofos e fáceis de lavar.
Para aumentar a sensação de bem-estar, a decoradora Neza Cesar dá a ideia de usar água de passar roupa com essência de lavanda nos lençóis. Em banheiros e lavabos, experimente borrifar as essências de capim-santo ou flor de laranjeira, bem mais agradáveis do que o cheiro de desinfetantes pesados.

                                   Karime Xavier/Folhapress
Um pouco de desordem dá vida, não faz mal a ninguém, diz o arquiteto Marco Donini: "É estimulante uma casa onde objetos e móveis não têm lugares certos, mas circulam e estão sempre disponíveis"; na foto, estante com CDs na casa do arquiteto, em SP
Um pouco de desordem dá vida, diz o arquiteto Marco Donini; na foto, estante com CDs na casa do arquiteto, em SP



ESQUEÇA A DECORAÇÃO DE REVISTA


Não é difícil (nem caro) decorar seu espaço. "Uma casa saudável tem a cara de quem mora ali, reflete a personalidade, não é padronizada", diz o arquiteto Guto Requena.
Escolha objetos que significam algo para você, reforme móveis antigos, deixe à mostra objetos queridos ou de família.
É fundamental não se prender a modas, diz o o arquiteto Marco Donini. "Decoração em exagero, principalmente quando segue cartilhas e modismos, é uma armadilha."
Nada proíbe você de ter uma casa cheia de coisas, mas é bom deixar espaços vazios. Ambientes mais limpos visualmente acalmam os sentidos, relaxam a mente.



DEIXE O AR ENTRAR E ROLAR

Garantir a circulação de ar é uma das primeiras regras para uma casa "terapêutica". O ideal é que os ambientes tenham grandes entradas de ar em lados alternados, para que haja circulação, explica o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório FGMF.
Quando possível, deixe portas e janelas abertas. A falta de ventilação ajuda a juntar umidade e facilita a proliferação de fungos e ácaros. Ar fresco ajuda até a prevenir gripes e resfriados, de acordo com o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Quem usa ar-condicionado deve ficar de olho se a manutenção está em dia. Mesmo se estiver em dia, prefira a ventilação natural.
Armários e closets devem ter vãos livres para que o ar circule. Se ainda assim a umidade for insistente, uma boa ideia é colocar no armário e nas gavetas bolinhas de cedro ou pedaços de giz de lousa.



DEVAGAR COM O PISO FRIO

Piso frio não tem esse nome por acaso. E colocá-lo em todo lugar é um dos erros mais comuns.
Um dos exemplos é o abuso do porcelanato, aquele piso brilhante.
"As pessoas optam pelo porcelanato por ser fácil de limpar, mas aí usam em todos os cômodos e a casa fica fria e monótona", diz o arquiteto Maurício Arruda.
Aí não há tapete que resolva. Nos quartos e sala, prefira pisos de madeira, que deixam o ambiente mais convidativo, principalmente no inverno.





                                              Carlos Cecconello/Folhapress
 
Para aumentar o conforto, vista a sua casa de acordo com as estações do ano
                                             
MUITA TINTA, MAS POUCA QUÍMICA

Casa toda branca (ou bege) é um tédio. "Fica sem personalidade", diz o arquiteto Guto Requena. Para ele, não há cor que não possa ir à parede. "Azul, preto, rosa", enumera. "O maior erro é o medo."
Cores frias (azul e verde, por exemplo) dão a impressão de que o ambiente é maior e ajudam a relaxar. Cores quentes dão mais energia, mas podem não ser uma boa ideia em locais com temperaturas mais altas.

E não precisa fazer uma revolução: pintar uma parede já muda completamente o ambiente. "Quem não quer pintar a casa, pode usar móveis e objetos coloridos", sugere a decoradora Neza Cesar.
É importante escolher uma tinta pouco tóxica e com menos cheiro, o que ajuda a evitar alergias respiratórias. Prefira as que usam solventes à base de água. Solventes químicos, como o tíner, evaporam e pioram a qualidade do ar mesmo depois que a tinta já está seca. As tintas acrílicas são menos tóxicas do que as tintas tipo esmalte e látex.



BARREIRAS VERDES DE PROTEÇÃO

Quem não se sente melhor na companhia de um vasinho de flor? "É barato, fácil de comprar e muda a cara do cômodo", diz a paisagista Claudia Munõz. Qualquer violeta ou crisântemo de supermercado já ajuda.
Quem quer investir um pouquinho mais pode comprar orquídeas, que ficam com flores por até dois meses. As do tipo phalaenopsis não são caras, não exigem tantos cuidados e são vendidas em várias cores.
Outra flor boa de lidar é o lírio-da-paz. "Dá para ter dentro de casa, mas precisa de sol", alerta a paisagista Paula Galbi.
Para saber onde colocar a planta, a dica da paisagista é imaginar um ângulo de 45° a partir de uma janela até uma parede: essa é a distância máxima para deixar uma folhagem, árvore ou flor.
Dentro de casa, vão bem: palmeira camedória, filodendros (incluindo pacová) e árvore-da-felicidade.
Na varanda, cactos e plantas suculentas dão pouco trabalho. "Árvores frutíferas e folhagens exigem mais cuidados, mas ajudam a criar um isolamento mecânico contra a poluição do ar e sonora."
Quem gosta de ervas e temperos frescos pode ter vasos nas janelas da cozinha ou na varanda --se bater sol. Temperos não são muito fáceis de manter: precisam de luz e água todos os dias.



ÁGUA E SABÃO É A MELHOR MAGIA
                                                                                                                              Paula Giolito/Folhapress
Cozinha da designer Raquel Mendes, 27, no RJ
Uma casa terapêutica, que cumpre a função de ajudar você a recarregar sua energia, precisa ser muito limpa. Para isso, um planejamento de arrumação (diária, semanal ou mensal) é mais efetivo do que o uso de produtos de limpeza caros, segundo a especialista em organização Ingrid Lisboa.
O infectologista Stefan Cunha Ujvari explica que alguns cuidados podem livrar a casa do risco de contaminação por vírus e bactérias. Em quartos, sala e cozinha, limpe a sujeira sem usar desinfetantes poderosos. "Água e sabão comum resolvem."
Na pia da cozinha, não misture carnes cruas com saladas e frutas. Carnes podem ter larvas de parasitas. Separe na hora do preparo e, entre uma fase e outra, limpe o balcão com água e sabão. No banheiro, use desinfetantes ou produtos multiuso para piso, vaso e pia. Nesses locais há bactérias que causam infecções e diarréias.




CASA BOA DIFICULTA ACIDENTES

Para os mais velhos, a casa saudável é segura e prática. A fisioterapeuta Monica Rodrigues Perracini, especialista em gerontologia, diz que corredores e áreas de acesso às janelas devem ficar livres. Diz também que mesas de centro, vasos e bibelôs são obstáculos, é melhor eliminar.
No piso, evite estampas ou cores demais, que podem dificultar a percepção de profundidade. Prefira os antiderrapantes e de cores claras.
Tapetes aquecem o lugar, mas são difíceis de limpar. Não devem ser muito fofos (menos de 6 mm de altura), para nao dificultar a locomoção. Tapetes pequenos soltos pela casa, assim como fios, são proibidos.
Degraus e rampas devem ser bem iluminados. Corredores precisam de luzes de acesso à noite, banheiro idem.
E vale observar o conforto dos móveis, não só o design. Sofás de dois lugares são melhores, porque quem senta tem pelo menos um apoio de braço. Gabinetes e armários devem permitir o acesso a objetos localizados na altura da cintura e não devem ter muita profundidade.




                                 





                                   Daniel Marenco/Folhapress 

O advogado e designer Fábio Mota, 34, de SP
 


"TENHO PLANTAS EM TODOS OS ESPAÇOS, ELAS DÃO VIDA"

O advogado Fábio Mota, 34, está há um ano e meio em seu apartamento na Vila Madalena, em SP. Foi ele que pensou no conceito do projeto: o terraço, que tinha um escritório e uma lavanderia, virou um espaço com plantas e redes. "Queria um apartamento urbano, mas que fosse amplo e com muitas plantas." No jardim privativo do quarto, ele manteve a jabuticabeira que já estava ali. "É um dos meus lugares favoritos." Outro é o banheiro, que tem vista  para a avenida Paulista e é iluminado com ajuda de  
velas.



"SÓ ESCOLHI OS MÓVEIS DEPOIS DE SENTIR O ESPAÇO"     
                                                                                                                             Paula Giolito/Folhapress  
A designer Raquel Mendes, 27, em seu apartamento, no RJ
Quando se mudou para um apartamento de 59 m2, a designer Raquel Mendes, 27, só tinha uma cama. "Quis escolher os móveis só depois de conhecer e sentir o espaço." Com o tempo, foi colocando peças antigas reformadas misturadas a objetos de design e lembranças de viagens. As paredes azuis e verdes da sala e do escritório foram escolhidas para deixar o ambiente maior e mais fresco. Uma estante enorme de madeira guarda todos os livros e bibelôs. "É o móvel mais marcante da casa."




Fonte: Folha.com/equilíbrio e saúde,
JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

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