Mercado imobiliário brasileiro está longe de abismo visto nos EUA, diz economista

20/10/2008


DEISE DE OLIVEIRA da Folha Online
O mercado imobiliário brasileiro está longe de cair no abismo criado pela crise financeira dos Estados Unidos, na avaliação do economista Eduardo Gianetti da Fonseca. Segundo ele, o único perigo aqui é uma parada súbita de capital de giro em projetos já em andamento.

Para Gianetti da Fonseca, a situação do mercado imobiliário no Brasil é "totalmente diferente" dos EUA, em que o setor esteve na raiz da crise financeira.

"O setor imobiliário está apenas começando o ciclo de expansão do crédito. Não existe bolha e inadimplência de mutuários. As empresas estão de modo geral capitalizadas. O quadro aqui é totalmente diferente", disse o economista, no 4º Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção, em São Paulo.

Ele advertiu, porém, para a dificuldade de empresas em ter capital de giro para projetos em execução. "Aqui, o único perigo é uma parada súbita de capital de giro em projetos em finalização. Mas é perfeitamente administrável. Até mesmo com algumas ações de bancos estatais. Não vejo ameaça de crise emergencial."

Entre as medidas governamentais possíveis, ele apontou a criação de oferta de seguro de crédito imobiliário e a redução do compulsório que incide sobre a caderneta de poupança, que compensaria as dificuldade de captação de recursos das empresas, como no lançamento de ações.
Segundo informou o secretário extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, ao colunista Guilherme Barros na Folha desta segunda-feira, o governo --assim como o setor privado-- já estuda a criação de seguro de crédito imobiliário. Conforme Appy, os estudos sobre o tema indicam para uma forma de garantir recursos para o crédito habitacional. A nova modalidade de seguro daria mais proteção ao credor contra a inadimplência. Desta forma, os financiadores poderiam reduzir juros e elevar o valor financiado dos imóveis.

Em entrevista para a Folha no último fim de semana, o ministro Guido Mantega (Fazenda) descartou problemas imediatos da construção civil, mas admitiu a necessidade de injeção de recursos para capital de giro no ano que vem. Segundo Mantega, serão mais R$ 3 bilhões além dos R$ 20 bilhões disponíveis para a Caixa Econômica Federal.

Para 2009, com a perspectiva de ritmo menor da expansão da economia brasileira, Gianetti da Fonseca afirmou que o setor da construção deverá passar por algum ajuste, como a revisão de programas muito agressivos de investimento.

"Em vez de crescer espetacularmente, provavelmente vamos crescer moderadamente. O setor precisa se preparar para isso. Não é o melhor dos mundos, mas é um cenário razoável"'

Neste novo cenário, Gianetti da Fonseca vê o encarecimento do crédito e prazos menores de financiamento. "As empresas vão ter mais dificuldade de levantar recursos, por exemplo, lançando ações. Todo acesso a capital do Brasil vai ficar durante um tempo um pouco mais restrito. Não vai sumir, mas vai encarecer. Mas o quadro ainda é positivo", acrescentou.

Fonte:Folha online
Leia mais

Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

A importância do Corretor de Imóveis

A grande maioria das transações imobiliárias são concluídas através de empresas imobiliárias e/ou escritórios de um Corretor de Imóveis. Compete ao corretor de imóveis, exercer a intermediação na transação imobiliária, conforme consta na legislação que regulamentou a profissão (Lei 6.530/78 e Decreto 81.871/78).
Todas as empresas legalizadas têm o certificado de inscrição emitido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis- CRECI. O Corretor de Imóveis tem uma identidade e uma carteira profissional.
Todos esses documentos são emitidos pelo órgão ao verdadeiro profissional. Confira essa inscrição e, em casos de dúvidas, basta telefonar para o CRECI . Uma maneira fácil de verificar se você está tratando com profissionais legalizados, é através das publicidades, vez que todos eles são obrigados a colocar o número de CRECI em toda e qualquer publicidade ou impresso.
O Corretor de Imóveis tem a obrigação de assessorar as partes em toda a transação imobiliária, nunca omitindo dados que possam prejudicá-lo. Se houver problemas com o profissional ou com a empresa, você pode denunciá-lo junto ao CRECI.
Lembre-se que: Comprando através de inabilitados, corre-se o risco de se ter problemas com documentação e mesmo prejuízos financeiros, por falta de capacitação profissional ou mesmo má fé. Se a aquisição for feita com aventureiro, você não terá onde reclamar depois, pois se não é Corretor de Imóveis é um Contraventor Penal.

fonte:http://www.catenaecastro.com.br/news/a-importancia-do-corretor-de-imoveis
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

Quais as exigências para usar o FGTS na compra da casa própria

Ana Carolina Nogueira

A disponibilidade de informações sobre o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra e financiamento de imóveis é ainda muito escassa. A regulamentação está disponibilizada em apenas alguns sites, como o da Caixa Econômica Federal (CEF), mas as informações são desencontradas, e o tema ainda costuma levantar muitas dúvidas. Mas não se assuste, porque ele pode ser uma opção saudável para o seu bolso na hora de realizar o sonho da casa própria e dar um ‘adeus’ ao aluguel.

Hoje, para sacar recursos do fundo e comprar uma casa ou apartamento, o valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 350 mil. A taxa de juros anual varia de 5,5% e 7,6%, dependendo da sua renda mensal. Além disso, para quem tem renda mensal bruta acima de R$ 4,9 mil, a CEF criou no começo deste ano uma linha especial de financiamento. O empréstimo poderá chegar a até 85% do valor total do imóvel novo e 80% em caso de usado; os juros são de 8,66% ao ano e o prazo do financiamento de até 30 anos (360 meses).

O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). Segundo o consultor em finanças pessoais e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), Marcos Crivelaro, seria vantajoso poupar pelo menos metade do valor total do imóvel e financiar o restante em um prazo curto, por exemplo, de 10 anos, para não prejudicar o seu orçamento.

Saiba o que pode e o que não pode na hora de usar os recursos do fundo:

1 - Já possuo um imóvel, posso financiar outro utilizando recursos do FGTS?
Pode, desde que o primeiro imóvel tenha sido adquirido sem a ajuda do SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e seja em município diferente ao de sua residência ou de onde exerce sua ocupação principal, incluindo municípios vizinhos e região metropolitana. Também é necessário comprovar que já reside há pelo menos um ano na cidade onde pretende comprar o imóvel.

2 - Separei-me e a casa ficou para o meu cônjuge, posso financiar outro imóvel com recursos do fundo?
Pode, desde que legalmente o usufruto do imóvel seja do seu cônjuge e você atenda às demais exigências descritas acima.

3 - Posso utilizar o FGTS para adquirir um imóvel onde resido e administro algum tipo de comércio?
Sim, os recursos do fundo podem ser utilizados para aquisição de imóvel misto - residencial e comercial. Porém, o valor do empréstimo não pode ultrapassar o valor da parte residencial do imóvel.

4 - Já possuo uma quantia para comprar o imóvel. É possível utilizar recursos do fundo para complementar o valor restante?
Sim, desde que esta quantia não ultrapasse 40% do valor do imóvel.

5 - Financiei parte de um imóvel pelo Sistema Federal de Habitação (SFH). Posso usar o FGTS para amortizar o valor restante?
Pode, desde que atenda a todas as normas do SFH e do FGTS vigentes à época da assinatura do contrato e o pagamento das parcelas esteja em dia.

6 - Herdei um imóvel de um parente, posso financiar um outro imóvel com recursos do FGTS?
Pode, desde que o imóvel recebido por doação ou herança possibilite o usufruto vitalício em favor de terceiros.

7 - Posso financiar um imóvel comercial com o FGTS?
Não, o FGTS só pode ser utilizado para aquisição ou construção de imóvel urbano residencial.

8 - É possível utilizar o FGTS para reformas?
Não, a utilização de recursos do fundo é vetada para reformas, melhorias ou ampliação de imóveis já existentes.

9 - Posso utilizar o fundo para comprar um imóvel residencial para outros (familiares, dependentes ou terceiros)?
Não, a aquisição de imóvel deve ser feita somente para o comprador, podendo se estender também ao seu cônjuge.

10 - Utilizei o FGTS ano passado para adquirir um imóvel, mas não sou mais proprietário deste, posso adquirir outro utilizando recursos do fundo novamente?
Se o imóvel adquirido anteriormente com recursos do FGTS já foi vendido e, inclusive, a operação tenha sido registrada no Cartório de Registro de Imóveis, não existe carência para a utilização do FGTS para aquisição de outro imóvel.

Por outro lado, existe uma carência mínima de três anos em relação ao imóvel que foi objeto de utilização do FGTS. Isso quer dizer que o imóvel que foi comercializado com recursos do FGTS não pode novamente ser adquirido com utilização do FGTS antes daquele período.

Segundo o banco estatal, essa medida serve para impedir a utilização de forma fraudulenta dos recursos do fundo, ou seja, que várias pessoas simulem transações consecutivas de um mesmo imóvel para sacarem o saldo de suas contas.


fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2008/09/05/como_usar_o_fgts_para_comprar_um_imovel_1640589.html

Finaciamento X Consórcio

Existem algumas diferenças fundamentais entre o financiamento imobiliário, aquele que você consegue uma carta de crédito no banco e compra um imóvel à vista (você vai ficar devendo para o banco, mas a compra do imóvel é à vista) e o consórcio imobiliário, que nada mais é do que um grupo de pessoas que se juntam para auto-financiar a compra dos imóveis.
Por um lado, o custo final direto da aquisição de um imóvel através de financiamento é mais alto do que através do consórcio (basicamente, no financiamento são cobrados juros, enquanto que no consórcio é cobrada uma taxa de administração). Porém, por outro lado, no financiamento normalmente o interessado ocupa imediatamente o imóvel, enquanto que no caso do consórcio, o cliente pode ter que esperar vários anos.
Qual a melhor opção? Financiamento ou consórcio? Depende do perfil de cada comprador. Se você precisa de um imóvel imediatamente, o financiamento pode ser a melhor opção. Você vai pagar mais caro (prestações mais altas), mas vai ter um imóvel pronto para morar “imediatamente” (a menos que esteja comprando um imóvel em construção). No caso do consórcio, você pagará prestações menores, mas vai ter que arcar com os custos de moradia até o dia em que for sorteado, sem contar que pode haver um descompasso entre o valor da sua carta de crédito e o valor do imóvel que você havia planejado comprar anos atrás.
(fórum imobiliário)
http://www.imobiliariaefetiva.com.br/Link

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...